Archive for junho 13th, 2017

13 de junho de 2017

Reajuste do servidor público estadual será de 6,29%

Índice foi anunciado pelo Governado hoje, pelas redes sociais, hoje, no final da tarde, pelo governador, ma

13 de junho de 2017

HU segue sem comando; Reitora agenda entrevista coletiva

Reitora concederá coletiva amanhã (14) para tratar dos procedimentos adotados para resolver o impasse entre a Universidade e a Ebserh

13 de junho de 2017

Hoje é dia de Santo Antônio, o santo casamenteiro

Igreja dos Capuchinhos encerra a trezena com procissão pelas ruas do bairro do Farol

E segue Renan Filho ‘pulando fogueira’ na frente do prefeito

13 de junho de 2017 • 7:29 pm
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Essa alma quer reza, em 2018! – afirmou um colega, em grupo no whatsaap, logo depois que o governador Renan Filho (PMDB) anunciou o aumento de 6,29% para os salários dos servidores públicos.

Claro que não. Imagine!

E RF é político de querer reza??

Queridos leitores, nas terras alagoanas, o jovem governador, que tem uma solução para todo problema, é o próprio bispo.

Salvo uma catástrofe, em 2018 RF vai rezar a missa inteira.

Né isso, prefeito Rui Soares Palmeira?

Sim, por que é uma ação atrás da outra.

Essa do reajuste salarial, então… misericórdia.

Servidor público pode ver o mundo se acabando, mas se for garantido aumento de seu salário, o governante de plantão é considerado o máximo. Leva tudo!

Concordem ou não, funcionário público satisfeito faz a diferença em qualquer eleição.

O prefeito Rui Soares Palmeira reuniu sindicatos e entidades de classe para anunciar que não tem condições de reajustar os salários dos servidores municipais, que também reivindicam os 6,29% da inflação oficial.

E apontou a crise financeira como causa do reajuste ZERO.

Aí vem RF e… pa!

Esfrega’ (mera figura de linguagem, por favor!) duas parcelas no nariz de seu provável principal concorrente em 2018.

Os servidores do Estado terão 3,15% no mês de junho e o 3,14% em dezembro.

Não é nada, não é nada… é a inflação oficial!


Arapongagem no Supremo: Ministra considera o assunto esgotado. Será?

13 de junho de 2017 • 3:16 pm
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Ilustração / Internet

Em que pé se encontram as loucuras desse país. Já nos deparamos com tudo e agora nos encontramos com o mais terrível dos inimigos, o terrorismo dos boatos (ou não). Como deve proceder a ministra presidente do Supremo Tribunal Federal, Cármen Lúcia, diante da informação de que um dos membros da corte maior estaria sendo grampeado pelo próprio Governo? Sim, ao que parece, o Governo estaria investigando, à margem da lei, os investigadores que lhe causam dores. E para isso estaria usando os serviços da Agência Brasileira de Inteligência (Abin)

Tudo bem. O Presidente nega (confira nota, abaixo). E a própria ministra, que no sábado publicou nota (confira abaixo) dizendo ser “inadmissível a prática de gravíssimo crime contra o Supremo, contra a democracia e contra as liberdades, se confirmada informação de devassa ilegal da vida de um de seus integrantes”, amenizou o tom e, depois de uma conversa com o Presidente Temer, afirmou que o assunto “por ora está esgotado”.

Mas, como se esgota uma notícia dessa? Como dar fim a um sentimento de invasão que fere a todos como cidadãos? Não, não se pode esgotar o tema quando há suspeita – segundo a Revista Veja – de uma ordem expressa do próprio Presidente Temer para monitorar o ministro Edson Fachin, relator da Operação Lava Jato e que tem em suas mãos o inquérito do qual ele, o Presidente é alvo de investigação.

E não convence esse discurso de que “o Governo não usa a máquina pública contra o cidadão brasileiro”. Faria rir, se não fosse trágico. O que mais se tem feito nos últimos anos é uso da máquina pública contra o cidadão brasileiro. Ademais, como acreditar na palavra de um Presidente que ‘esqueceu’ temporariamente até que havia voado em avião emprestado pelo empresário Joesley Batista, seu ex-amigo que virou carrasco no calvário da delação premiada?

Bom, mas se a ministra resolveu acreditar nas palavras sinceras (???) do Presidente, que sou eu para desacreditar? Resta a esperança de que cumpra-se o dito por ela à nação brasileira: “Se comprovada a investigação da Abin, em qualquer tempo, as consequências jurídicas, políticas e institucionais terão intensidade do gravame cometido, como determinado pelo direito”.

Esperamos que sim, Excelência!

 

Nota Presidência da República (emitida dia 9)

“O presidente Michel Temer jamais “acionou” a Agência Brasileira de Inteligência (Abin) para investigar a vida do Ministro do Supremo Tribunal Federal Edson Fachin, como publicado hoje pelo site da revista Veja. O governo não usa a máquina pública contra os cidadãos brasileiros, muito menos fará qualquer tipo de ação que não respeite aos estritos ditames da lei.

A Abin é órgão que cumpre suas funções seguindo os princípios do Estado de Direito, sem instrumentalização e nos limites da lei que regem seus serviços.

Reitera-se que não há, nem houve, em momento algum a intenção do governo de combater a operação Lava Jato.

Secretaria Especial de Comunicação Social da Presidência da República”

Nota de Cármen Lúcia (emitida dia 10):

“É inadmissível a prática de gravíssimo crime contra o Supremo Tribunal Federal, contra a Democracia e contra as liberdades, se confirmada informação de devassa ilegal da vida de um de seus integrantes.

Própria de ditaduras, como é esta prática, contrária à vida livre de toda pessoa, mais gravosa é ela se voltada contra a responsável atuação de um juiz, sendo absolutamente inaceitável numa República Democrática, pelo que tem de ser civicamente repelida, penalmente apurada e os responsáveis exemplarmente processados e condenados na forma da legislação vigente.

O Supremo Tribunal Federal repudia, com veemência, espreita espúria, inconstitucional e imoral contra qualquer cidadão e, mais ainda, contra um de seus integrantes, mais ainda se voltada para constranger a Justiça.

Se comprovada a sua ocorrência, em qualquer tempo, as consequências jurídicas, políticas e institucionais terão a intensidade do gravame cometido, como determinado pelo direito.

A Constituição do Brasil será cumprida e prevalecerá para que todos os direitos e liberdades sejam assegurados, o cidadão respeitado e a Justiça efetivada.

O Supremo Tribunal Federal tem o inafastável compromisso de guardar a Constituição Democrática do Brasil e honra esse dever, que será por ele garantido, como de sua responsabilidade e compromisso, porque é sua atribuição, o Brasil precisa e o cidadão merece.

E, principalmente, porque não há outra forma de se preservar e assegurar a Democracia.”


13 de junho de 2017

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13 de junho de 2017

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