Archive for junho 17th, 2017

Humilhação e tristeza no Rei Pelé: o CRB decepciona mais uma vez

17 de junho de 2017 • 6:36 pm
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O CRB é só tristeza. O campeonato da série B está na sua oitava rodada e o galo desanda, manco, torto, de canto rouco de tanto perder. Neste sábado, 17, mais uma derrota dentro de casa. Era tudo que não podia acontecer neste momento.

CRB: agora é vice lanterna do campeonato

O time vem de três derrotas seguidas e se mantiver esse ritmo não haverá outro caminho senão a série C no próximo ano.

Mas, há tempo para reação e cabe a diretoria resolver esse problema o quanto antes. As apresentações bizarras mostram uma equipe sem comando e despreparada.

É bom que se diga que a diretoria tem toda responsabilidade nisso. Principalmente por ter falhado no planejamento da equipe para a série B. Planejamento falho que se viu já no campeonato alagoano, quando parte da equipe e o técnico Léo Condé (já afastado) foram questionados severamente por torcedores regatianos.

O time venceu o alagoano sem convencer. E praticamente manteve o mesmo grupo para série B, adicionando algumas peças que deveriam ser importantes, mas que nada ou quase nada têm produzido nesta competição.

A derrota para o Londrina por 3 a 0 em pleno Rei Pelé foi humilhante. O torcedor regatiano não merecia tamanho revés.

O galo agora despenca na tabela para a zona de rebaixamento. É o vice lanterna do campeonato. Que horror!

E vai ser difícil sair de lá da forma como está se comportando em campo. Um time sem alma, sem ritmo e sem qualquer tipo de sentimento pelas cores alvirrubras.

Simplesmente lamentável. O CRB é só tristeza. Pura tristeza!

 


17 de junho de 2017

Ministro Marco Aurélio nega pedido de Aécio para ser julgado no STF

Senador tucano terá caso de corrupção julgado pela primeira turma do Supremo

Gilmar Mendes: Um homem acima de qualquer suspeita (?)

17 de junho de 2017 • 11:45 am
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Tem um provérbio português que diz: “Onde se come, ficam as migalhas”. Migalhas que de tanto se esparramarem nos rios de benesses que banham alguns privilegiados, por esse país afora, caíram, também, sobre a mesa do ministro do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes, presidente do Tribunal Superior Eleitoral.

Todo mundo viu, esta semana, a partir de reportagem da Folha de São Paulo, que na farta distribuição de ‘benefícios’ financeiros da J&F, controladora da famigerada JBS, entrou também o Instituto Brasiliense de Direito Público (IDB), no a J&F teria investido R$ 2,1 milhões em patrocínio de ações. Instituto que tem, entre seus sócios, ele – o próprio ministro Gilmar Mendes.

Tá…  O Instituto diz que devolveu R$ 650 mil desse dinheiro, há mais ou menos 20 dias. E daí? O ‘troco’ só foi devolvido depois que vieram à tona os conteúdos escabrosos da delação premiada dos executivos da JBS. Teria sido devolvido se não tivesse sido citado na delação? E o fato de ter devolvido uma parte do dinheiro o torna diferente de outros delatados igualmente beneficiados?

O Instituto informou que os recursos foram destinados à realização de eventos, congressos, programas sociais como a concessão de bolsas de estudos e cursos gratuitos para comunidades carentes. E disse que o contrato com o grupo JBS, firmado em 2015, foi rescindido em razão de cláusulas contratuais relacionada à ética e à moral. Huuuum!

A JBS diz que gastou R$ 1,45 milhão desde que o contrato foi assinado, citando três congressos realizados, inclusive um em Portugal, no valor de R$ 650 mil.

Pode ser legal o patrocínio; o recurso pode ter tido, realmente, uma destinação social. Mas há de se questionar, mais uma vez, a isenção do polêmico ministro, em atuar no julgamento de assuntos relacionados à JBS, com a qual parece ter uma relação, digamos, tão estreita.

E mais uma vez, como já declarou em relação ao fato de um irmão seu ser fornecedor de gado de corte para o grupo J&F, o ministro tende a insistir que não há motivo para se declarar impedido em julgamento de questões em que a JBS esteja envolvida.

E mais uma vez o Supremo tende a se omitir de qualquer ação no sentido de impedir a participação do ministro em determinados julgamentos.

E assim, neste nosso Brasil, os fatos seguem seu curso com peso de fardo. Até quando? Sabe Deus!

Assim sendo, assim será…


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