Archive for julho, 2017

31 de julho de 2017

Rodoviários e empresários próximos a um acordo. TRT propõe indice de 4,5%

Trabalhadores realizam assembleia nesta terça-feira, a partir das 7h30. Serviço de transporte público por meio de ônibus deve atrasar na capital alagoana

31 de julho de 2017

Concursos da PM e dos Bombeiros inscrevem candidatos nesta terça-feira

Inscrições poderão ser feitas até o dia 30 de agosto

31 de julho de 2017

CSA é líder com justiça e merecimento na série C do brasileiro

Próxima partida do azulão será dia 5 no Maranhão

31 de julho de 2017

Renan Calheiros corta o Estado para garantir votos em 2018

Senador visita Lula Cabeleira, no Sertão, e vai à Festa da Chita, na praça de Paulo Jacinto

31 de julho de 2017

Bancadas do ‘boi, bala e Bíblia’ fazem chantagem contra Temer

Temer sancionou a MP da grilagem, mas os deputados da bancada ruralista querem mais

31 de julho de 2017

Denunciados por corrupção Temer e Aécio jantam juntos no Jaburu

Ministros tucanos também foram convidados para o jantar. Eles querem salvar Temer

31 de julho de 2017

Arapiraca não pode condenar suas crianças à ignorância, diz Luciano

Vice governador diz para não confundir divergências políticas com desavenças pessoais

29 de julho de 2017

Maia volta às boas com Temer quer votar denúncia na quarta-feira

Segundo ele, seria injusto com o País adiar a votação da denúncia

Tereza: a musa do impeachment de Collor sonha com a política

29 de julho de 2017 • 8:48 am

Tereza Collor, a musa do impeachment do ex-Presidente Fernando Collor, de olho no Senado Federal, onde atualmente, “elle” exerce um mandato e ficará na cadeira até 2022.

Tereza surgiu como figura pública na vida nacional no inicio dos anos 90, então no esplendor dos seus 29 anos, apoiando o marido Pedro Collor de Mello, na cruzada contra o presidente da República, Fernando Collor, então acusado de prática de corrupção no Palácio do Planalto.

A primeira aparição de Tereza para os holofotes, câmeras e flashes da mídia nacional foi vestida em um tailleur quadriculado azul e vermelho, de morenez reluzente e beleza esplêndida, que logo encantou os brasileiros e brasileiras do Oiapoque ao Chuí.

Tereza e o sonho de ser política.

Surgiu para muitos como a grande mulher do País. Jovem, guerreira, determinada, sorriso farto e que se fez musa aos 29 anos.

Exatamente em meio ao lamaçal da política nacional, Tereza surgiu e roubou a cena nacional, na defesa do marido, que brigava com o irmão Presidente pelo controle geral da Organização Arnon de Mello, e a favor do impeachment. O presidente renunciou e Tereza ficou como a musa do impeachment de Fernando Collor de Mello.

Tereza então  se fez empresária, marca e sonha em se tornar política. A razão é simples, tem dito sempre: -Daquela época para cá nada mudou. Só os nomes se renovam.

Tereza e Pedro, em 1992

Filha do empresário João Lyra, ex-deputado federal, está radicada em São Paulo, mas é eleitora em Maceió, sua terra natal. Tereza Collor sonhava com uma candidatura de deputada federal, mas recebeu o convite de uma antiga legenda nanica (PTN), hoje Podemos, para ser candidata a senadora.

Os tempos são outros, mas a política ainda é a mesma, tal como ela disse: “só mudam os nomes”.

Então, poder, pode. Mas só o eleitor poderá dizer “podemos”.

Prefiro Tereza imortal na voz de Jorge de Altinho:

Nos primeiros raios desse Sol
Na primeira luz dessa manhã
Quero ouvir um som de Djavan
Quero ouvir nos olhos de Tereza
A beleza da natureza
Ver aquela lua toda minha
Na areia na prainha
Manguaba sem mágoas nas águas do Broma
Meu amor minha flor na middô me ama

{A minha América do Sol
{Maceió
BIS{Meu paraíso tropical
{Marechal

 


Hoje é dia de abraço e de festa em Paulo Jacinto. ‘Por isso eu vou voltar pra lá…’

29 de julho de 2017 • 8:27 am

Foto dos preparativos / Ascom Prefeitura PJ

Hoje é dia de abraço, de reencontro e de sorriso no rosto. É dia de festa para os paulojacintenses – aqueles que residem na cidade (localizada no vale do Paraíba, a 100 quilômetros de Maceió) e aqueles que um dia deixaram a família, o roçado, os amigos de infância e partiram em busca de oportunidades na cidade grande, cheios de saudade da vidinha vivida em Paulo Jacinto.

Muitos cresceram, se dispersaram, se estabeleceram em outras paragens, mas nunca esqueceram a terrinha. E passaram esse apego para os filhos, netos, parentes e aderentes… E sabe o momento em que a maioria sempre dá um jeitinho de voltar e matar essa saudade? No Baile da Chita. Uma das festas mais tradicionais do interior alagoano, que neste sábado completa 65 anos.

O Baile, que nasceu de um movimento político da juventude da década de 1950, pela emancipação política da cidade – à época uma vila pertencente ao município de Quebrangulo – sobreviveu ao tempo e às transformações políticas, culturais, econômicas e  tornou-se uma referência, agora transformada – pela lei estadual nº 7.720/2015 – em patrimônio histórico cultural imaterial do Estado de Alagoas.

UM POUCO DE HISTÓRIA

Quem nunca ouviu falar no Baile da Chita? Quem nunca foi ou pelo menos não conhece alguém que já foi? Dizem que até Luiz Gonzaga – o Rei do Baião – baixou por lá, curioso por conhecer um tal baile onde todos entoavam, em coro, um das suas músicas, marcando a abertura da festa.

Sim, porque até hoje, uma banda musical para se animar o Baile da Chita, tem que saber tocar e cantar – na abertura, no intervalo e no encerramento da festa – a música ‘Propriá’ (Rosinha de Propriá para os íntimos paulojacintenses).

Mas Propriá é um município sergipano. O que Rosinha de Propriá tem a ver com Paulo Jacinto? Ou melhor, o que Paulo Jacinto tem a ver com a Rosinha e com Propriá?

Isso é outra história, e quem deveria contá-la era Luizito Rocha – o Molambo – um do fundadores do baile; ou os irmãos músicos Fleury, Leureny e Zé Barros –  filhos de Zefinha e Novo Barros. Dizem que foi dona Zefinha quem fez a letra de uma versão da música de Luiz Gonzaga, para servir de jingle da campanha da emancipação.

E ela foi cantada nas ruas, pela turma da boemia politizada da época, mas na hora do baile, realizado para arrecadar fundos para a tal campanha, prevaleceu a versão original, e ‘Rosinha de Propriá’ passou a reinar quase  absoluta na festa. Só perdeu para a Rainha da Chita, outra tradição que atravessou décadas e até hoje é uma das atrações do baile, sempre escolhida entre as cabrochas faceiras do lugar.

Este ano a estudante Erika Vasconcelos, 18 anos foi a escolhida para assumir o reinado.

PROGRAMAÇÃO

Em Paulo Jacinto, baile é Baile e festa é Festa. São duas programações distintas e paralelas, mas tudo termina em Chita

A programação da Prefeitura

A Festa – é realizada pela Prefeitura, com apresentações culturais, mostra de saberes e shows em palco aberto, nos dias 29 e 30.

Na programação, além de nomes como Luan Estilizado, Raphael & Gabriel; Forrozão das Antigas e Ana Lôbo, tem também artistas da terra, como a Banda Aero5 e o vaqueiro cantador Maciel Valente.
A agenda festiva divulgada pela prefeitura começa às 15h, na Praça de Eventos Zefinha Barbosa, com mostras e apresentações culturais, no Espaço Família; bandas de fanfarra, coco de roda, quadrilhas juninas, forró pé de serra, capoeira, quadrilhas juninas e outras atrações no Espaço Festa.

Os show começam às 21h, com Raphael & Gabriel, Ana Lôbo e Maciel Valente no sábado (29) e Banda Aero5
Forrozão das Antigas e Luan Estilizado no domingo (30).

O Baile – é o evento tradicional, organizado pela diretoria do Clube Cultural Recreativo Paulojacintense, e realizado na própria sede do clube.

Começa às 23h do dia 29 e os ingressos custam R$ 30 para sócios do clube e R$ 35 para não sócio; a mesa para 4 pessoas custa R$ 130 reais (sócios) e R$ 150 não sócios.

A animação fica por conta da Orquestra High Society e de Fabrício do Acordeon e Trio Pé de Serra.

Mais informações com Zé Barros – (82) 99978-1040; Fleury Filho – 99915-7599; ou Lucas França – 99995-7920/99355-2924

DICAS

Bom, se você pretende ir, e é sua primeira vez, vão algumas dicas

1- Se tiver uma roupa de Chita, faça uso. Não é obrigatório, mas ajuda a manter a tradição. Na falta, vale um vestidinho estampado, mesmo que de outro tecido.

2 – Leve um agasalho. Costuma fazer muito frio nesta época do ano.

3 – A cidade é pequena, sem muita opção, mas sempre tem onde fazer um lanche, uma alimentação simples. Tem as comidas típicas do Espaço Família, e ninguém vai morrer se comer um passaporte, né não?

4 – Prepare-se. Onde tem cinco paulojacintenses reunidos em festa, seja em qual for o lugar, em algum momento você vai ouvir: ‘Aiai, Uiui, Eu tenho que voltar. Aiai, uiuui. A minha vida tá todinha em Propriá’.

Oxe. Sabe não, é? Pois segue o link: https://www.youtube.com/watch?v=z5DSjjLDZi8Trate de gravar num pendrive e vá aprendendo durante a viagem.

Por falar nisso, você vai? A gente se encontra por lá.

Fuuuui!