Archive for julho 20th, 2017

Fora da rota: O uso indevido de viaturas da SMTT

20 de julho de 2017 • 9:36 pm
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Fotos publicadas num grupo de jornalistas mostram uma viatura da Superintendência Municipal de Transportes e Trânsito (SMTT) estacionada, supostamente, num condomínio localizado no bairro de Antares, na parte alta de Maceió, no horário de almoço, segundo o registro.

Com as fotos, a informação de que, não apenas a viatura retratada, mas também outra, igualmente mantida e abastecida com dinheiro público, são vistas assiduamente no condomínio, geralmente no horário do almoço, entre as 12h e as 13h30, e sempre costumam sair com a lotação e a rota completa: criança para levar na escola; mulher para deixar no supermercado; amigos para deixar no ponto de ônibus.

É correto, isso?

A assessoria da SMTT responde que não. Mais que isso, responde que a denúncia feita por uma rede social será apurada administrativamente.

Segundo a assessoria, as viaturas de fiscalização podem ser usadas por agentes de trânsito, fiscais de transporte ou qualquer outro servidor – nesse caso por motivo de força maior – desde que estejam em serviço e a serviço da instituição.  Só!

Certo que as equipes em serviço precisam parar em algum lugar para almoçar. E isso talvez justifique o fato de algumas vezes serem vistos com o veículo parado em algum restaurante. No sábado passado uma cena dessas deu a maior confusão, numa rua próxima a um restaurante, na Jatiúca. Um casal filmou a viatura parada e houve bate-boca com os agentes.

Talvez – repito – uma situação desta se justifique, já que ali estavam apenas os componentes de uma equipe de trabalho, que também precisa comer.

Mas não é o mesmo caso quando se leva a viatura pra casa e depois sai com a família para levar filho à escola e mulher ao supermercado, ao médico ou ao cabeleireiro.

Essa situação precisa ser apurada.

Ficamos com a promessa da SMTT, de que assim será feito.

No aguardo!


Christiano Matheus,  Astaroth e a vaidade

20 de julho de 2017 • 1:13 pm
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Documentos apreendidos pela Polícia Federal indicam que todo patrimônio do ex-prefeito de Marechal Deodoro, Christiano Matheus foi adquirido com dinheiro público. Com base em auditoria feita pela Controladoria Geral da CGU, a temida CGU, a PF investiga o desvio de cerca de R$ 6 milhões de programas destinados ao desenvolvimento da Educação no município.

Como sempre, a área da Educação é o alvo dos corruptos!

A investigação mostrou que, além de adquirir bens com recursos da prefeitura, Christiano Matheus registrou tudo em nome de terceiros.

Os desvios aconteceram entre os anos de 2010 a 2014, e envolveu cerca de 14 pessoas, entre ex-assessores e funcionários pessoais do ex-prefeito.

Segundo a PF, o nome Astaroth faz referência ao demônio que influi sobre os pecados da preguiça e da vaidade.

Considerando a constante preocupação com o topete, é certo que Astaroth levou, sim, o ex-prefeito a pelo menos um desses pecados!


20 de julho de 2017

PF diz que ex-prefeito de Marechal teria comprado 3 postos de gasolina

A operação realizada pela PF investiga 14 pessoas, mas ninguém foi preso.

20 de julho de 2017

Militantes petistas fazem ato pró-Lula no centro de Maceió

PT confirma vinda de Lula para Arapiraca e Penedo

20 de julho de 2017

PF investiga organização criminosa acusada de desviar R$ 6 milhões em Marechal

Operação também investiga prefeituras de Santana do Ipanema e Pão de Açúcar

20 de julho de 2017

Governador entrega duas escolas e um ginásio esportivo em Arapiraca

Obras de recuperação foram desenvolvidas pela Secretaria de Educação

20 de julho de 2017

PT organiza manifestações a partir desta quinta em apoio a Lula

A ideia é percorrer vários estados brasileiros

Renan diz que é contra financiamento de campanha com dinheiro público

20 de julho de 2017 • 8:19 am
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Enquanto avança no Congresso Nacional a proposta da criação de Fundo Eleitoral, para financiar a campanha de 2018, o senador Renan Calheiros (PMDB) se manifestou contra o dinheiro público nesse processo.

Para ele, a administração partidária desse fundo será um fator extremamente complicador, mas que ao mesmo tempo atrairá muita gente para ser candidato, “sem de fato de ser”, apenas para ter acesso ao dinheiro do Fundo Eleitoral.

Segundo senador, que é candidato a reeleição, essa proposta de campanha financiada com o dinheiro público precisará ser melhor discutida no Congresso. Ele torce para que essa ideia não prevaleça, mas defende que é necessário uma reforma no processo atual, para tornar as regras eleitorais muito mais  transparentes e democráticas.

Renan: contra o financiamento público

O Fundo – Ao prevalecer a proposta do financiamento público de campanha, cada deputado federal com mandato representará para o partido algo em torno de R$ 2, 38 milhões e cada senador representará R$ 6,6 milhões.

O texto do Fundo Eleitoral, ora em discussão, estabelece um valor total de R$ 4 bilhões para os partidos financiarem as campanhas de seus candidatos.

A regra atual determina que dinheiro público em eleição deve ser distribuído considerando as bancadas da última eleição (no caso, a de 2014). A forma de entendimento para distribuição dos recursos para cada candidato ficará a critério de cada partido.