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De quem é esse lixo? Enquanto isso, o sujo fala do mal lavado

24 de julho de 2017 • 9:57 pm

O tempo mudou e todos sabiam que iria mudar. Prefeitura e população realmente tem que andar de mãos dadas quando se trata de limpeza urbana, e cada um assumir a sua responsabilidade pra manter a cidade limpa. Certo que não é mais tempo de tolerância com a falta de consciência de quem sai por aí jogando lixo na rua. Mas daí a atribuir apenas à população a culpa pela sujeira que tem se acumulado em vários pontos da cidade, potencializando os danos causados pela chuva, é querer afastar do poder público a responsabilidade sobre a parte que lhe cabe – garantir a limpeza urbana, de maneira eficiente, vigilante e persistente.

Lixo por traz do Mercado – situação permanente (Foto: Fátima Almeida

Será que só a população é realmente a única culpada pelos lixões que se formam e se mantém anos a fio em terrenos baldios, sem muros, abertos em convites para despejo de resíduos? Não! Geralmente é a deficiência na coleta que leva alguém a transformar terrenos abandonados em lixões. E cabe à prefeitura, além de assegurar o serviço regular de coleta, também cobrar responsabilidade do dono do terreno abandonado; fazer cumprir a lei que o obriga a cercar a área; aplicar as sanções previstas em lei ou criar mecanismos que coíbam essa prática – quem sabe, até, a desapropriação da área abandonada para transformá-la numa praça, numa área de convivência.

Vale citar, mais uma vez, um terreno que tem por trás do Mercado da Produção (na rua Comendador Luiz Calheiros, bairro da Levada), o maior lixão na parte central de Maceió. Já denunciamos isso em inúmeras postagens, ao longo dos mais de dois anos de existência do Eassim.net, e a situação por lá continua a mesma – acredite: nenhuma providência eficaz foi tomada.

Se formos relatar, tem várias facetas que ilustram a enorme quantidade de lixo nas ruas da cidade. Os contêineres abarrotados, até funcionariam bem se houvesse assiduidade no recolhimento. Mas o próprio transbordamento desses equipamentos são exemplos de que não é bem assim.

Árvore caída no começo do mês, ainda jaz no passeio público do Conjunto Castelo Branco

E o que dizer dos entulhos e restos de árvores que obstruem calçadas, praças, e ruas durante semanas, prejudicando a circulação de carros e pedestres? Ah, tem não? Que o digam os moradores da quadra 13, do Conjunto Castelo Branco, na Jatiúca, em frente a delegacia do 2º Distrito Policial, onde uma árvore foi derrubada pelas rajadas de vento, há quase um mês – na madrugada do dia 04 de julho.

Equipes mobilizadas, árvore serrada, mas o transtorno do entulho ficaram lá, e continuam: tronco, galhos, folhas, lixo, ocupando um grande espaço do passeio público, na frente de um prédio.

Na Rua B, galhos e conteiner são o cenário do descuido

Não muito longe, paralela à Avenida Brasil, entre o Poço e a Pajuçara, a Rua B também sofre o mesmo problema, com a calçada e parte da rua obstruídas há semanas, por galhos de uma árvore e um contêiner abarrotado. Isso também é culpa da população?

Convenhamos: Admitir os próprios erros; reconhecer as próprias dificuldades é meio caminho na busca de soluções. Ficar apontando culpados só protela um problema que é de todos, sobretudo da administração pública que gerencia os recursos que pagamos para, entre outras coisas, ter uma cidade limpa.

Culpar apenas população é desviar do problema – que é real – de deficiência no recolhimento do lixo e emperrar na máxima do sujo que fala do mal lavado.


24 de julho de 2017

SSP quer apreender mais de uma tonelada de drogas este ano

Estimativa do secretário Lima Júnior tem como base as sucessivas operações policiais, planejadas com base no trabalho de Inteligência. Ação visa manter redução do número de homicídios no Estado.

24 de julho de 2017

Após um mês, Casa da Moeda volta a confeccionar passaportes

Documento volta a ser emitido a partir desta segunda. Normalização da demanda deve ocorrer em cinco semanas.

24 de julho de 2017

Previsão de inflação volta crescer depois do aumento de impostos

Desde 2009 que a meta de inflação do Brasil não é atingida.

24 de julho de 2017

Grevistas da educação ameaçam ocupar prédios da Prefeitura

Eles acamparam no Centro Administrativo para exigir uma posição do prefeito

Médicos desafiam governador Renan Filho

24 de julho de 2017 • 12:18 pm

Área Vermelha do HGE/Maceió. Foto: Sinmed/AL.

O Sindicato dos Médicos de Alagoas (Sinmed/AL) propõe que o governador Renan Filho (PMDB) vá ao Hospital Geral do Estado (HGE), e deite numa maca, na ala vermelha, por ao menos cinco minutos. Somente assim, diz o Sinmed, em nota publicada na mídia inpressa, S. Excia poderá entender a aflição de esperar atendimento num espaço  construído para acomodar nove pessoas, mas onde os profissionais de saúde lidam, em média, com 40 pacientes.

É um desafio e tanto!

Mas, RF certamente não vai gostar das condições de insalubridade.

No chamamento ao governador, para que visite o HGE, como fez recentemente indo à Maternidade Santa Mônica, a entidade de classe dos médicos acredita que talvez vivenciando a realidade adversa que enfrentam diariamente, Renan Filho possa agilizar as providências necessárias para que o hospital supere tais obstáculos.

Só pra lembrar, na área vermelha ficam os casos mais graves, as verdadeiras urgências, aqueles em que os riscos de morte são significativos.

Topa, governador?


24 de julho de 2017

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