Archive for agosto 11th, 2017

11 de agosto de 2017

Violência: genro de Lula Cabeleira é assassinado em Delmiro Gouveia

Crime aconteceu no início da tarde, quando o empresário chegava em casa. Vários tiros foram disparados, provocando a morte instantânea de Rodrigo Alapenha.

11 de agosto de 2017

Ministério da Agricultura abre seleção oferecendo 300 vagas para médico veterinário

Local mais próximo de Maceió para realização da prova é Recife (PE).

Civilidade, trânsito e o papel da SMTT/Maceió

11 de agosto de 2017 • 1:16 pm
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Logo cedo, é preciso enfrentar cruzamento fechado, na Avenida Fernandes Lima

Entre outros conceitos, civilidade pode ser entendida como o respeito pelas normas de convívio entre os membros de uma sociedade organizada.

Simples, né?

Porém, muitos ainda ignoram essa regra de convivência.

No trânsito de Maceió, por exemplo, vemos sucessivos exemplos de comportamento contrário às mínimas regras de civilidade.

É inaceitavelmente comum vê-se nas principais avenidas da cidade, condutores avançando sinal, parando em cima da faixa de pedestres, fechando cruzamentos.

Fechar cruzamento, então… punossasinhora,  parece uma necessidade de boa parte dos condutores por aqui!

Mesmo quando o sinal está verde, não é civilizado seguir se o carro à frente não avançou, e você pode fechar o cruzamento!

Entretanto, é o que mais se vê: cruzamento fechado.

Essa é uma situação que pode ser resolvida de modo bem simples.

Basta a SMTT colocar seus agentes para fiscalizar o trânsito logo no início da manhã.

Todo mundo lembra quando a Avenida Fernandes Lima, onde mais se fecha cruzamento, era uma rodovia federal. Nos horários de pico, os agentes da Polícia Rodoviária Federal, a valorosa PRF, ficavam postados em vários trechos, impedindo essa prática irregular.

Ninguém ousava avançar sinal, nem seguir sem que o trecho à frente estivesse livre.

Um dos principais corredores de trânsito de Maceió, essa avenida foi municipalizada, e o que se vê é um número elevado de infrações. A Fernandes Lima vive congestionada, e é nela onde se registram altos índices de acidentes, como colisões e atropelamento de pedestres.

Diante do exposto, seria demais pedir fiscalização?

Misericórdia!


11 de agosto de 2017

Estado libera pagamento de servidores da segunda faixa salarial

Recebem nesta data os servidores que ganham acima de R$2.300,00

11 de agosto de 2017

Lula, Bolsonaro e Dória em Maceió para os aplausos das galeras

Eles são convidados do PT, João Caldas e Rui Palmeira, respectivamente

11 de agosto de 2017

Novo pacote de Temer atinge em cheio os servidores públicos

Pacote será anunciado na próxima segunda-feira, 14, pela equipe econômica

11 de agosto de 2017

Fachin nega pedido de Janot para incluir Temer no ‘quadrilhão’ do PMDB

PGR alega que há uma organização criminosa do partido na Câmara

O Fundo Partidário e as campanhas milionárias. Nós vamos pagar a conta?

11 de agosto de 2017 • 9:22 am
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Ilustração – Reprodução Internet

Mesmo com a crise assolando o país, os políticos ‘vampiros’ avançam nos meandros da reforma político-eleitoral que aponta, mais uma vez, para prejuízos à população. Advinha quem vai pagar a conta gorda da injeção de recursos para o Fundo Partidário (já aprovada na Comissão da Reforma da Câmara)? 

Acertou! Somos nós, povo brasileiro, que já pagamos a conta pesada de um Congresso cheio de regalias, vamos também pagar a campanha eleitoral dos políticos, de forma involuntária, simpatizando ou não com a ideologia e os políticos que esses partidos geram, abrigam e sustentam.

Somos nós que vamos pagar as vultosas campanhas políticas, o combustível dos candidatos e quem sabe, até, a compra de votos, engordando o Fundo Partidário que na realidade já existe – constituído pela arrecadação de multas eleitorais, doações espontâneas e dotações orçamentárias públicas, e que hoje já somam valor superior  a R$ 800 milhões, distribuídos de forma desigual aos partidos políticos (proporcional ao tamanho das bancadas).

O que se pretende é engordar esse fundo para suprir as famigeradas e exorbitantes doações de empresas, proibidas desde 2015. E, se aprovado, como se indica, o novo Fundo Partidário – chamado lindamente de Fundo de Financiamento da Democracia – vai receber 0,5% da receita corrente líquida da União, que sãos os tributos arrecadados pelo Governo Federal. Isso equivale, pelas projeções para 2018, a R$ 3,6 bilhões, já na próxima eleição, um orçamento superior ao que se destina atualmente, por exemplo, ao Ministério da Cultura.

No discurso dos que defendem mais essa dosagem amarga que tende a ser empurrada goela abaixo no povo brasileiro, apela-se até para a máxima de que ‘democracia tem seu custo’ como argumentou, em entrevista ao Jornal Nacional, o deputado Marcus Pestana (PSDB-MG), lembrando que esse custo, na última eleição geral, registrou-se em torno dos R$ 6 bilhões – praticamente o dobro do que se pretende arrecadar com o fundo.

Agora não tem mais as ‘doações’ de empresas, que sustentavam essa farra. Mas nem por isso, o cidadão que se depara, no dia a dia, com a precariedade das políticas de saúde, educação, segurança, transportes (só para citar algumas) tem que aceitar que se tire recursos dos impostos que paga, para financiar o luxo das campanhas eleitorais. Ainda mais por um Legislativo recorrente, na maioria de sua composição, em virar as costas pro povo em suas necessidades de representação.

O que se precisa é de menos dinheiro nas campanhas e políticos mais empenhados em cativar suas bases, em mostrar trabalho pelo povo, e representá-lo de fato, seja no Legislativo ou no Executivo, em suas necessidades sócio-coletivas. E com base nesse trabalho, fundamentar suas campanhas eleitorais. Isso, sim, fortaleceria a democracia. Não a gastança exacerbada de dinheiro para se eleger um representante político.

O meu contra argumento a essa proposta vai na fala do deputado Chico Alencar (PSOL-RJ). “Esse não é um fundo de financiamento da democracia, é um fundo bilionário que não tem a coragem de enfrentar algo fundamental para eleição limpa, livre e realmente democrática, que é reduzir drasticamente os custos da campanha”.

Essa fala me representa!


O futuro sombrio do parlamento brasileiro com o voto ‘Distritão’

11 de agosto de 2017 • 9:12 am
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A prevalecer a “reforma política” aprovada na Comissão Especial da Câmara dos Deputados com o voto “Distritão”, em um País de maioria analfabeta, seguramente a próxima composição do parlamento brasileiro será muito pior do que a atual.
O sistema aprovado diz que não haverá partidos, nem legendas. Só candidatos e quem tiver mais votos será eleito.

Ora, todos sabem como se elege um candidato nas bandas de cá. Portanto, o resultado é que lá vão estar, pós 2018, apenas representantes dos grandes empresários e os militantes da chamada bancada BBB – Boi, Bíblia e Bala.

Será indiscutivelmente um congresso piorado, intolerante com os direitos da sociedade, mas benevolentes com as negociatas fáceis nos gabinetes, corredores e salões atapetados dos poderes do Planalto.

Imagine, portanto, que o “Distritão” vai premiar os envangélicos com o poderio eleitoral de suas igrejas, os conservadores ruralistas com o peso real dos seus latifúndios e do agronegócios, bem os tradicionais coronéis da política nacional, que matam e morrem pelo poder.

O futuro é absolutamente sombrio, independentemente de quem seja o Presidente a ser eleito. Os interesses da sociedade, as conquistas sociais e o estado de direito democrático estarão permanentemente ameaçados diante do que está por vir.

O “Distritão” vai favorecer especificamente os candidatos ricos. Esses têm condições de bancar campanhas caras para atrair o voto da massa viciada no toma lá da cá. Não adiante pensar que o Fundo aprovado na comissão vai ser o único investimento da campanha eleitoral. Ledo engano.

O histórico real do País, sobretudo em regiões mais pobres como o Nordeste, é de que eleição por aqui não se vence. Compra-se.

Quem tiver poder compra então, terá mais votos. Assim será com o Distritão.