Archive for agosto 16th, 2017

16 de agosto de 2017

Rua fechada na Ponta Verde vai receber a feira de orgânicos

A feira está marcada para o próximo domingo de manhã na praia de Ponta Verde

16 de agosto de 2017

Governo entrega ruas em Satuba no dia da emancipação política

Ruas foram asfaltadas pelo programa Pró Estrada

16 de agosto de 2017

Estação elevatória não funciona e esgoto volta à praia de Pajuçara

A obra da Prefeitura para despoluir as praias deu defeito em pouco tempo de operação

16 de agosto de 2017

Liase/AL abre inscrições para curso sobre Saúde e Espiritualidade

Evento voltado para profissionais e estudantes de áreas da saúde e acontece nesta sexta e sábado em Maceió

‘Caixa Dois’, que nada! Políticos querem, agora, é a criação da ‘Caixa Preta’

16 de agosto de 2017 • 1:20 pm

Apresentado nesta terça-feira (15), o relatório da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Reforma Política está prontinho para ser votado a toque de caixa, talvez ainda hoje ou, no máximo, até a próxima semana.

E porque a pressa? Para fazer valer as novas regras já nas eleições de 2018. E Com certeza não é pelos ajustes que a sociedade esperava, e que poderiam tornar mais justos e democráticos os processos eleitorais e mais representativos os resultados das urnas.

Só a criação de mecanismos que tornassem a disputa eleitoral menos cara e mais aberta aos debate, permitiria, por exemplo, que não só os representantes do poder econômico ganhassem a eleição, mas também, e principalmente, políticos com ideias inovadoras, bons princípios e boa identidade com as causas populares.

Sonho nosso…

Na realidade, não é bem isso que vem por aí. Os políticos que fazem as leis querem continuar com campanhas caríssimas – que sustentam os vícios e a compra de votos. E para substituir as doações empresariais (proibidas desde 2015), estão aumentando generosamente o investimento público no chamado Fundo Partidário. E mesmo estabelecendo valores limites (ainda milionários) para os gastos (declarados) de campanha, abrem-se novas janelas para ilimitadas transações. Sabe como?

Pelo relatório do deputado Vicente Cândido (PT-SP), que condensa o pensamento majoritário da Comissão da Reforma, ao invés de acabar de uma vez com os artifícios obscuros que se escondem por baixo do tapete do processo eleitoral e alimentam o famigerado caixa 2,  o que se propõe agora é a criação de novos subterfúgios, uma espécie de ‘caixa preta’ fomentada por doações ocultas nas campanhas eleitorais.

Isso mesmo! Pela proposta, as pessoas físicas podem financiar candidaturas ‘na baixa’, sem aparecer nos sites de transparências, sem precisar revelar à sociedade de onde veio e quanto veio do bolso de qualquer doador, seja qual for o valor (que, aliás, teve também suas margens ampliadas generosamente). Esse sigilo vai preservar o nome do generoso cidadão que injetar dinheiro na campanha – geralmente grandes empresários com suas contas particulares recheadas pelas empresas – agora proibidas de doar recursos para as campanhas eleitorais.

Em suma, o que se vê é uma espécie de ‘reforma de meio-fio’ a que a maioria dos políticos está acostumada. É o melhoramento da malandragem para se adaptar às novas realidades. Na verdade, ao que tudo indica, as eleições vão continuar sendo decididas pelos vultosos volumes de recursos investidos nas campanhas eleitorais, que acabam prejudicando o processo democrático de escolha dos nossos representantes.

É assim… E assim será!

Para saber mais sobre a reforma, vale a leitura de matéria a seguir, publicada pela Folha de São Paulo


Quadrilha de finados: delações fazem crescer número de mortos na lista da corrupção

16 de agosto de 2017 • 11:07 am
A citação de pessoas mortas entre os suspeitos de participação em esquemas de corrupção vem aumentando consideravelmente, a cada delação da Lava jato. E na mesma proporção, vai reduzindo a perspectiva de punição para os culpados, já que muitos não estão aqui para se defender e muito menos para pagar pelos crimes que lhes são atribuídos.
Esta semana o ex-presidente da Odebrecht, Pedro Novis, na condição de delator, colocou mais dois nomes de finados na lista de suspeitos: Rubens Jordão, que em 2012 trabalhava com José Serra (PSDB), na eleição municipal de São Paulo e, segundo Novis, seria o receptador de repasses para o caixa dois da campanha do então candidato tucano à Prefeitura paulista.
Na lista já tinha o Sérgio Guerra, ex-presidente do PSDB, primeiro tucano citado na Lava jato, em 2014 (meses após a sua morte), pelo primeiro delator da operação, o ex-diretor da Petrobras, Paulo Roberto Costa, que o acusou de ter exigido R$ 10 milhões para ‘enterrar’, em 2009, a CPI da Petrobras, da qual era membro.
Guerra e Jordão estão mortinhos da silva e com eles está sepultada qualquer contestação das histórias que andam falando sobre ambos.
E não são os primeiros e não deverão ser os últimos a entrar na lista dos mortos delatados. Marisa Letícia, esposa de Lula, morreu no curso das investigações em que era alvo e recentemente foi apontada pelo próprio marido, como a responsável por todas as decisões e negociações relativas ao tal triplex de Guarujá, que acabou fundamentando a primeira condenação de Lula.
Assim como ela, o ex-governador pernambucano Eduardo Campos, que morreu em acidente aéreo durante a campanha eleitoral de 2014, na qual era candidato a presidente da República, vem sendo citado assiduamente nas delações, desde a tragédia (ou pouco tempo depois dela), e recente é alvo de mais uma acusação O diretor da J&F (controladora da JBS), Ricardo Saud, disse que a campanha de Eduardo teria sido beneficiada com R$ 14,6 milhões não declarados – caixa dois – e que mesmo depois de sua morte o compromisso foi honrado (com a palavra Marina Silva, que o substituiu na cabeça da chapa majoritária).
O mesmo delator também incluiu outro defunto em sua delação, a Srª Telma dos Santos a quem Saud disse ter efetuado uma doação oficial para ‘comprar’ o apoio do PMN em favor do Senador Aécio Neves em 2014. Telma morreu em 2016, ainda como presidente do PMN.

E ainda tem o ex-deputado federal José Jatene, morto desde 2010, mas apontado por delatores da Lava jato como elo nos pagamentos a empreiteiras que atuavam na Petrobras.

Enfim, pelas delações, temos uma verdadeira quadrilha de mortos, com motivos de sobra para estar se remexendo no caixão. Mas nessa relação entre os mundos dos mortos e dos vivos, muita gente está indo embora impunemente, levando a conta pro lado de lá; e muita gente acreditando que ainda haverá justiça – ainda que seja no juízo final.
É cadeia para muitas vidas.

16 de agosto de 2017

STF suspende julgamento de Collor e marca sessão para próxima terça-feira

O inquérito envolve, além do senador, mais 8 pessoas denunciadas

16 de agosto de 2017

CNJ manda suspender pagamento de ‘supersalários’ a magistrados do MT

Corregedor diz que pagamentos vultosos de mais de R$ 500 mil não foram autorizados

16 de agosto de 2017

Liberação de recursos restabelece funcionamento da PRF em Alagoas

Por falta de verba, as rondas estavam suspensas há um mês e o funcionamento das delegacias tinha sido reduzido