Archive for setembro 20th, 2017

20 de setembro de 2017

Suspeito morre em operação integrada em Maragogi

Equipes das polícias Civil e Militar cumpriram 11 mandados de busca e apreensão no município

20 de setembro de 2017

Juceal registra aumento de novos processos empresariais

Volume de registro de negócios cresce 17% em Alagoas nos primeiros sete meses de 2017, em comparação ao ano passado

20 de setembro de 2017

Arrecadação cresce 10,78% em agosto e chega a R$ 104,2 bilhões

Aliada a aumento de impostos, intenção de consumo das famílias recua 0,7% de agosto para setembro, diz CNC

20 de setembro de 2017

Mutum-de-Alagoas retornará ao meio ambiente após quase ser extinto

Três pássaros foram colocados em cativeiro há 42 anos no Ibama, que se reproduziram até atingir 230

20 de setembro de 2017

STF: Maioria decide que 2ª denúncia contra Temer será enviada à Câmara

Relator, ministro Edson Fachin, negou pedido da defesa de Temer e entendeu que a análise da admissibilidade da denúncia por parte dos deputados deve ser feita antes

À sombra da leniência: Tudo voltando ao normal, no país do carnaval

20 de setembro de 2017 • 7:48 pm

É imoral? É. É ilegal? Não. A Operação Lava Jato acusou, denunciou, puniu empreiteiras por desvios, carteis e toda sorte de maracutaia em obras da Petrobras, expôs a lama que escorre nos dutos de muitas obras contratadas com recursos públicos, mas a impressão que se tem é que tudo começa a se normalizar numa rápida e aparente naturalidade.

O que se vê agora, mesmo depois de comprovadas denúncias de participação em atos de corrupção, é que, por alguns acordos de leniência, essas empresas voltam a frequentar as licitações públicas e reconquistar obras em governos estaduais e municipais.

‘Leniência’ pode ser traduzida como ‘suavização’. Nesses casos, acordo de leniência é um acerto jurídico firmado entre a pessoa jurídica que cometeu ato ilícito contra a administração pública, mas que se dispõe a auxiliar nas investigações que levem a identificação de outros envolvidos no crime, em troca de benefícios que amenizem a sua punibilidade (mas não da absolvição). Tudo amparado pela lei nº 12.846, de 1º de agosto de 2013.

Mas, não seria cedo demais o retorno dessas empresas em licitações púbicas, quando se sabe que elas participaram de esquema que lesaram o erário e o interesse público? Afinal, a lama da Lava jato ainda nem secou.

E lá estão empresas novamente como a Camargo Correia, OAS, Queiroz Galvão e Odebrecht, todas investigadas, voltando a disputar tranquilamente e a ganhar licitações, como se nada existisse que as desabonasse.

A Camargo Correia, primeira empresa a firmar um acordo de leniência, devolveu R$ 700 milhões aos cofres públicos. Isso pode amenizar o efeito do ato desonesto do qual é acusada, mas não apaga a nódoa. Um ladrão comum não deixa de sê-lo, quando, ao ser flagrado roubando, é obrigado a devolver o produto do roubo.

Mas lá estão elas: A Camargo Correia, ela mesma, será a responsável por construir a estação Morumbi ouro do metrô de São Paulo, obra do Governo paulista. A OAS venceu licitação para três grandes obras do Governo da Bahia: a construção de uma ponte no valor de R$ 88,8 milhões em Ilhéus, a duplicação da rodovia Ilhéus/Itabuna e a construção da barragem do Catolé, em Vitoria da Conquista.

E as outras inidôneas não tardam a voltar. É só o mercado reabrir as grandes construções, que valem milhões de reais e em breve voltaremos a ver placas de obras com velhos nomes, logomarcas conhecidas e valores vultosos – pagos por nós.


As pesquisas estão aí e Bolsonaro está escancarando o sorriso

20 de setembro de 2017 • 12:29 pm

As pesquisas de opinião pública que a grande mídia tem divulgado, em relação ao processo eleitoral de 2018, trazem no ato a grande aceitação de Jair Bolsonaro, como forte candidato a presidência da República.

Embalado pela onda conservadora e militarista que tomou conta de uma grande parcela da sociedade brasileira, o deputado Bolsonaro segue maximizando seu potencial nas redes sociais com o seu viés político mais extremado e, por isso mesmo, polêmico. Sobretudo, quando expõe suas teses de conteúdo homofóbico.

As pesquisas mostram o parlamentar do PSC (um partido nanico) protagonizando as intenções de votos, ao lado de Lula, do PT. O detalhe é que as últimas amostras revelam que ele cresceu, enquanto o petista, após a delação de Palocci, perdeu apoio.

Claro que é cedo para se falar em uma posição definida, rumo à consolidação. Mas, já não se pode mais descartar a presença de Bolsonaro no processo eleitoral futuro como um nome muito forte.

Para muitos, uma excrescência e para outros o “salvador da pátria”. Na verdade, ele é um produto do meio social com todas as suas mazelas.

É  fruto, pois, do pluralismo democrático, mas que já demonstrou sua aversão pela democracia. Porém, a democracia nos permite a convivência, com o devido respeito, às crenças, valores e diferenças, que lamentavelmente tantos teimam em não considerar.

Portanto, a escolha futura será da própria sociedade. Cabe a ela verificar quais são os candidatos de fato e a quem eles servem ou estão dispostos a servir verdadeiramente em um mundo de interesses de toda ordem.

Vale, contudo, um alerta: até lá, o jogo será bruto como convém aos anseios de cada segmento envolvido.

Aliás, será um jogo bruto, sujo e triste.

 


20 de setembro de 2017

Greve nos Correios paralisa quase todos os serviços da empresa

Grevistas querem 12% de reajuste salarial

20 de setembro de 2017

Câmara rejeita PEC que criava “distritão” para eleições de 2018

Também foi adiada votação do projeto da reforma política que acaba com as coligações nas eleições proporcionais

20 de setembro de 2017

STF decide hoje sobre suspensão de denúncia contra Temer

Sessão será marcada pela estreia da procuradora-geral da República, Raquel Dodge, como representante do MPF no Supremo, no lugar de Janot