Archive for outubro 11th, 2017

11 de outubro de 2017

Caso Giovanna: Júri absolve Mirella Granconato pelo crime de homicídio

Condenada por ocultação de cadáver, cumprirá pena em liberdade e deverá pagar uma indenização à família da vítima e prestar serviços para comunidade

11 de outubro de 2017

STF decide que parlamentar não pode ser afastado sem aval do Congresso

A decisão deverá ser aplicada no caso do senador Aécio Neves (PSDB-MG), que recorreu da medida adotada pela Primeira Turma, na última semana de setembro

11 de outubro de 2017

Feriado nesta quinta tem previsão de predominância de sol

Temperaturas seguem elevação durante o dia

11 de outubro de 2017

O que abre e fecha no feriado de 12 de outubro

Lojas do centro e shoppings da capital estarão abertos

Robin Hood às avessas: Mais impostos para cobrir os rombos da corrupção

11 de outubro de 2017 • 4:47 pm

Em um país onde a corrupção é latente, a desconfiança na classe política é gritante, por que acreditar que poderíamos ter uma carga tributária mais branda? Nunca, enquanto se pensar que é a classe produtiva – empregados e empregadores da indústria, comércio e serviços – que devem pagar a conta cada vez mais alta dos desmandos praticados pelos mandatários do poder político e econômico! Pasme! Cada brasileiro trabalha 29 dias por ano para pagar a farra da corrupção. O Governo é uma espécie de Robin Hood às avessas, que tira do suor dos pobres trabalhadores para sustentar os vícios dos mais abastados que enriqueceram às custas do erário.

Mas, vamos aos números

No período de doze meses (de 14/09/2016 a 14/09/2017), alavancada pelos impostos estaduais, a nossa carga tributária, que já é uma das mais altas do mundo, teve um crescimento nominal de 8%. É o que diz um levantamento da Associação Comercial de São Paulo (ACSP).

Pra quem acha que é pouca coisa, no último dia 14, em valores reais, a marca chegou a R$ 1,5 trilhão arrecadado em tributos municipais, estaduais e federais. No mesmo período de 2016 chegou a R$ 1,39 trilhão, o que já não foi pouco num país onde se trabalha quase a metade do ano só para pagar impostos. Hoje, o impostômetro já passava de R$ 1,65 trilhão.

EM ALAGOAS

O impostômetro contabilizou hoje em Alagoas R$ 7.6 bilhões em tributos federais, estaduais e municipais. Maceió sai na frente com com R$ 419 milhões, seguido de Arapiraca, com a marca de R$ 47 milhões. Marechal Deodoro já passa dos R$ 20,7 milhões; Palmeira dos Índios, mais de R$ 9 milhões; e Penedo mais de R$ 3 milhões.

O estado de Alagoas colabora com 0.46% da arrecadação total do país, segundo o levantamento da ACSP.

Na avaliação do presidente da Associação e da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp), Alencar Burti, em informações divulgadas pela entidade, o efeito da inflação, a retomada econômica e a recuperação do consumo levaram ao aumento da tributação (e consequente da arrecadação), porque o ICMS é o principal imposto dos estados e incide sobre as vendas do varejo e serviços públicos como energia e gás.

Para se ter uma ideia, basta dar uma olhada na conta de luz para perceber a alta carga tributária que eleva o valor a pagar. No Brasil, 44,5% (quase a metade) do preço final da tarifa de energia é pra pagar imposto. É a segunda maior carga tributária do mundo sobre a conta de energia. Perde apenas para a Dinamarca.

CUSTO BENEFÍCIO

Estudo do Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT) mostra que, neste ano, o brasileiro terá que trabalhar 153 dias só para pagar tributos, ou seja, cinco meses e dois dias (de 1º de janeiro até 2 de junho) – quase a metade do ano. A pesquisa mostra que o peso dos impostos nos rendimentos – salários e honorários – aumentou muito nos últimos anos: hoje se trabalha o dobro do que se trabalhava na década de 70 para pagar a tributação. A escala histórica mostra que nos anos 70 eram trabalhados, em média, dois meses e 16 dias para pagar tributos; na década de 80, dois meses e 17 dias; e na década de 90, três meses e 12 dias. Hoje, são 5 meses e 2 dias de trabalho para  Governo, para um retorno ínfimo.

O Brasil é o 8º país na escala dos que têm a maior carga tributária. Ao comparar a quantidade de dias necessários para pagar impostos, taxas e contribuições, IBPT mostra a Dinamarca em 1º lugar, com 176 dias de trabalho; a França, com 171 dias; a Suécia e a Itália, com 163 dias, cada; a Finlândia, com 161 dias; a Áustria, com 158 e a Noruega, com 157 dias, vindo, em seguida, o Brasil.

A grande diferença está no retorno dos tributos, em forma de serviços públicos à população. Num estudo realizado pelo IBPT, em 2015, sobre a relação entre a carga tributária e os benefícios que dela retornam para a sociedade – considerando os 30 países onde se pagam mais impostos no mundo – o Brasil era o que proporcionava o pior retorno dos valores arredados, em benefício da sociedade.

Quer um dado que dói mais do que isso? Segundo cálculos do IBPT, a corrupção consumiu 29 dias de trabalho de cada brasileiro, ou seja, cada um de nós teve que pagar 29 dias de trabalho só para cobrir os rombos causados pela corrupção.

É mole? Não!

É dureza: É Brasil!


Depois de receber o PDT, Renan Filho agora quer o PT dentro do governo

11 de outubro de 2017 • 12:18 pm

Depois do PDT, agora o governador Renan Filho (PMDB) vai conversar com o Partido dos Trabalhadores (PT), para ampliar o leque de alianças do seu governo.

Durante a solenidade da nova etapa do Programa “Vida Nova nas Grotas”, no Palácio, Renan Filho disse que já conversou algumas vezes com o PT e agora pretende acelerar a discussão para a volta do partido ao governo.

-O PT esteve no governo e resolveu sair por ocasião do impeachment da Presidente Dilma, apesar das minhas ponderações naquela oportunidade. Mas, é importante que o partido venha fazer parte do nosso governo pois colaborou com a nossa eleição. – Disse.

Renan Filho: ampliar traz estabilidade

O governador destacou que o PT, assim como outras legendas, têm segmentos da sociedade que os acompanham, o que permite ampliar os horizontes e estar mais perto da população.

Na prática, disse Renan Filho, significa estabelecer um governo mais poroso, atuante e com  total respeito aos cidadãos.

Para ele, ampliar a aliança em torno do governo representa ainda  a garantia de mais estabilidade para a administração, cujo objetivo, segundo declarou, é fazer um governo focado no desenvolvimento social e no fortalecimento da economia alagoana.


Depois de receber o PDT, Renan Filho agora quer o PT dentro do governo

11 de outubro de 2017 • 11:58 am

Depois do PDT, agora o governador Renan Filho (PMDB) vai conversar com o Partido dos Trabalhadores (PT), para ampliar o leque de alianças do seu governo.

Durante a solenidade da nova etapa do Programa “Vida Nova nas Grotas”, no Palácio, Renan Filho disse que já conversou algumas vezes com o PT e agora pretende acelerar a discussão para a volta do partido ao governo.

-O PT esteve no governo e resolveu sair por ocasião do impeachment da Presidente Dilma, apesar das minhas ponderações naquela oportunidade. Mas, é importante que o partido venha fazer parte do nosso governo pois colaborou com a nossa eleição. – Disse.

Renan Filho: ampliar traz estabilidade

O governador destacou que o PT, assim como outras legendas, têm segmentos da sociedade que os acompanham, o que permite ampliar os horizontes e estar mais perto da população.

Na prática, disse Renan Filho, significa estabelecer um governo mais poroso, atuante e com  total respeito aos cidadãos.

Para ele, ampliar a aliança em torno do governo representa ainda  a garantia de mais estabilidade para a administração, cujo objetivo, segundo declarou, é fazer um governo focado no desenvolvimento social e no fortalecimento da economia alagoana.


11 de outubro de 2017

Concessão de incentivos para instalação da Duratex será assinada hoje

Com investimento de R$ 1,1 bilhão, empreendimento deve gerar 460 empregos direto

11 de outubro de 2017

Brasil tem quase 900 mil processos sobre violência contra a mulher em tramitação

Em cinco dias a CNJ se dedicou apenas a esses casos. Foram expedidas 19.706 decisões judiciais e 6.214 medidas protetivas. Montante representa apenas 3% dos processos

11 de outubro de 2017

STF decide hoje se Congresso pode rever medidas contra parlamentares

A questão será discutida em uma ação protocolada pelo PP e pelo PSC e será decisivo no caso Aécio Neves.