Archive for novembro, 2017

30 de novembro de 2017

TJ de Alagoas assina contrato com FGV para realização de concurso público

Serão 131 vagas disponibilizadas, sendo 100 para técnico judiciário e 31 para analista; expectativa é que edital seja publicado até o final do ano

30 de novembro de 2017

Penedo: Sesi Bonecos do mundo se apresenta no Theatro Sete de Setembro

Apresentações são gratuitas até próximo domingo, no Teatro Deodoro e no estacionamento do Jaraguá em Maceió

30 de novembro de 2017

Justiça suspende anúncio do governo sobre Previdência e diz ser ‘ofensivo’

Propaganda é “ofensiva e desrespeitosa a grande número de cidadãos dedicados ao serviço público”; Há multa de R$ 50 mil por dia se a determinação for descumprida

30 de novembro de 2017

Ministério Público cumpre mandado de busca e apreensão em Campo Grande

Várias salas estavam com pastas reviradas e espalhadas pelo chão; Extravio de documentos, na cidade do prefeito preso após flagra em vídeo recebendo propina, serão apurados

30 de novembro de 2017

Câmara debate doenças raras na casa do médico Hemerson Casado

Comissão presidida pelo deputado Paulão defende políticas públicas para tratamento de doenças raras

30 de novembro de 2017

PF diz que Téo Vilela recebeu R$ 2,1 milhões de propina da Odebrecht

Ex-governador que foi apelidado na planilha de ‘Bobão’ diz em nota que não praticou nenhum crime

30 de novembro de 2017

Alagoano recebe prêmio de jornalismo do Canadá

O jornalista alagoano Luiz Henrique Lopes, de 25 anos de idade, foi um dos vencedores do Jack Webster Awards, um dos maiores prêmios de jornalismo no Canadá. O prêmio na…

30 de novembro de 2017

Gestão do Crea-AL ganha prêmio estadual da qualidade na prestação de serviços

Premiado pelo segundo ano consecutivo, Conselho alcançou os 247,5 pontos de 250; Entidade é o segundo Crea do País a conquistas horaria

Previdência: Como será o amanhã? Nem a cigana saberia responder

30 de novembro de 2017 • 1:53 pm

O futuro ainda não chegou, mas quando chegar vai desmontar os sonhos de muitos jovens do país, quando eles não forem mais tão jovens para aguentar a labuta. Documento divulgado pelo Governo, na tentativa de rebater os argumentos contrários à reforma da Previdência, reafirma que, com o passivo previdenciário tão elevado, o quadro do futuro ficará insuportável e insustentável.

É a mesma conversa que vem rolando há anos, e agora com mais intensidade, com a reforma batendo às portas da votação. Só que o discurso de apelação ganha sustança num estudo apresentado nesta quarta-feira, pelo Ministério da Fazenda, onde se afirma que o valor do déficit atuarial (que é o quanto o Governo precisa para pagar todos os benefícios previdenciários projetados para esse futuro), chegou a um patamar tão alto que se fosse distribuído entre as crianças e jovens do país, com idade até 25 anos (83,7 milhões de pessoas), cada um carregaria uma dívida de R$ 110 mil.

No documento intitulado “Aspectos fiscais da seguridade social no Brasil” destaca-se não só o déficit atuarial do Regime Geral de Previdência Social (RGPS), mas também o do Regime Próprio dos Servidores Civis da União (RPPS). Juntos, eles somam a bagatela de R$ 9,23 trilhões – um impacto devastador comparado ao Produto Interno Bruto (PIB). Ou seja, no discurso do Governo, estamos com o sistema previdenciário falido no presente e no futuro, aprovando ou não a dita reforma, que segue o mesmo script de todas as reformas atuais, carregando no peso da conta que toca ao trabalhador assalariado.

E mais: O governo continua a afirmar que, não sendo aprovadas as reformas, os gastos vão continuar aumentando e consumindo parcelas consideráveis do Orçamento, com prováveis comprometimentos em áreas fundamentais, como a Educação e a Segurança (o de sempre!). E aí vem o discurso reforçado que, fora disso, a única saída seria aumentar ainda mais a pesada carga tributária (isso parece chantagem!).

O remédio do Governo é o mesmo. Só não se fala em cortar gastos nos segmentos que mais contribuem para sobrecarregar as contas públicas, sobretudo as do sistema previdenciário – com as polpudas aposentadorias, cheias de penduricalhos e artifícios – que contemplam encastelados dos Poderes que fazem, fiscalizam e executam as leis.

Estes, estão se garantindo!

Aos demais, resta resta pagar uma conta cada vez maior de uma Previdência sem futuro.

 

 


Temer isenta empresas estrangeiras de impostos e País perde R$ 1 trilhão

30 de novembro de 2017 • 8:24 am

O Brasil vendido para o estrangeiro. Tem sido essa a tônica do governo Michel Temer sob o sofisma de que está trabalhando para recuperar a economia.

Quem estaria ganhando com isso, o povo brasileiro? Ledo engano, cara pálida.

Ganha com isso o circulo do poder – do Planalto e agregados ao Congresso Nacional – por que com cada empresa vendida sobra propina para todo mundo e não vai ter moral de juiz nenhum para prender todos. Afinal, o comando da Polícia Federal mudou exatamente para dar um basta nos investigadores mais ousados.

Veja que o cidadão comum neste País que não paga seus impostos é cassado pela Receita Federal, processado pela Procuradoria Geral da República e tem que pagar chorando ou se matando.

Temer vendendo tudo.

O mesmo não acontece com as empresas estrangeiras que estão chegando aqui para comprar a Eletrobras e explorar as reservas petrolíferas da costa  brasileira.

Temer mandou para o Congresso uma  Medida Provisória 795/2017, que concede isenção de impostos para petrolíferas estrangeiras por 25 anos. Os deputados já aprovaram na Câmara e todos sabem o por quê.

Agora imagine o americano passar esses anos todos sugando o petróleo aqui, ganhando rios de dinheiro e não pagar 1 centavo de imposto por que recebeu essa benesse do atual governo brasileiro.

Essa Medida Provisória foi batizada de MP do Trilhão. Isso por que, segundo levantamentos de economistas nacionais, essa MP vai impor perdas da ordem de R$ 1 trilhão à União nos próximos 25 anos.

Ela é tão lesiva aos interesses da Nação que estende além da isenção fiscal pela exploração e venda do petróleo, mas também isenta de taxas de importação de produtos, projetos e serviços sob responsabilidade dessas empresas.

Enquanto isso 12 milhões de jovens e pais de famílias do País estão procurando empregos. Um em um milhão deverá trabalhar nessas empresas beneficiadas por Temer e sua trupe congressual. Afinal, elas operam com tecnologia de ponta e, portanto, a contratação de mão de obra é mínima.

Mas, uma coisa é certa: elas serão durante 25 anos bem generosas com os que lhe isentaram de pagar impostos.