Archive for novembro 7th, 2017

7 de novembro de 2017

Foi difícil mas o galo fez o dever de casa e venceu Juventude: 2 a 0

Torcida fez a diferença empurrando o CRB para uma vitória importante

Árthur Lira exige que Temer afaste de imediato o PSDB do governo

7 de novembro de 2017 • 8:02 pm

O deputado federal Arthur Lira, líder do PP, na Câmara dos Deputados, mandou um recado grosso nesta terça-feira, 7, para o presidente Michel Temer (PMDB). “Ou faz uma reforma ministerial e tira o PSDB do governo ou não se vota mais nada aqui”, disse.

Lira, também falando em nome do Centrão, quer que Temer despache todos os ministros do PSDB do governo e distribua os cargos com os partidos do Centrão.

Lira: ou dá ou desce.

A confusão, portanto, se instalou dentro da base aliada de Temer.

O PSDB tem no governo os ministérios da Cidade, Secretaria de Governo, Relações Exteriores e Direitos Humanos. Este último comandado pela Ministra Luislinda Valois, a que disse que pratica trabalho escravo com o “irrisório” salário de R$ 37 mil.

Por sua vez, o PSDB enfrenta o racha dentro de seu próprio partido. Uma ala, liderada pelo ex-Presidente da República, Fernando Henrique Cardoso, que sair o quanto antes do governo, enquanto a ala  liderada pelo senador Aécio Neves fica o pé e dize “daqui não saio, daqui ninguém me tira”.

Temer, portanto, muito trabalho pela frente com os avalistas do seu governo na Câmara. A fatura está sendo cobrada e agora, mais do que nunca, ele tem pagar para poder “governar”.

 


7 de novembro de 2017

TJ decide que greve da Educação em Arapiraca foi legal

Desembargador Alcides Gusmão considerou que o Sindicato cumpriu as exigências legais; Prefeitura deve devolver descontos nos salários

7 de novembro de 2017

Caixa libera mais de R$ 8,7 bilhões para o crédito imobiliário

Quantia vai normalizar o ritmo de contratações do Minha Casa, Minha Vida para famílias com renda até R$ 4 mil.

Redes sociais: Seus direitos, meus direitos e a estranha sensação de impunidade

7 de novembro de 2017 • 3:16 pm

Fala a verdade: Você já espalhou uma notícia que recebeu pelas redes sociais, sem checar a veracidade da informação? Se a resposta é sim, pense bem: você pode ter contribuído para difundir uma mentira criada com o intuito de prejudicar alguém, ou ser corresponsável por uma injustiça de consequência grave na vida de uma pessoa ou de uma comunidade. Portanto, cuidado. Você pode estar destruindo uma vida por uma mentira.

Um estudo encomendado pelo aplicativo BonusQuest, no ano passado, indica que 78% dos brasileiros se informam pelas redes sociais sobre vários temas ou assuntos, sejam eles sérios ou apenas puros memes. A maioria admitiu já ter compartilhado notícias falsas. O quadro é grave. Fora daqui, outra recente pesquisa apontou que 74% dos americanos confiam na imprensa escrita como fonte de informação – e só metade disso dá crédito ao que lê nas redes sociais. Menos mal. Embora isto não tenha impedido o impacto da propagação de falsas informações pelas redes sociais – recurso fartamente utilizado pelo megaempresário Donald Trump – definindo a seu favor as eleições para presidente dos Estados Unidos. No ano passado.

Do lado de cá, a um ano das eleições para presidente – e demais cargos do Executivo e Legislativo no Brasil – quando já se armam os palanques virtuais, o editorial da Folha de São Paulo desta terça-feira traz essa preocupação, embasado no peso das redes sociais como fonte de (des)informação fartamente utilizada para espalhar fatos e boatos – principalmente no campo político.

E foca no alcance ilimitado e nos prejuízos das notícias falsas amplamente divulgadas no campo aberto da interação que a internet nos proporciona, e na fragilidade e ineficiência dos mecanismos de controle de que dispõem os gigantes desse universo online (facebook, twiter, instagram, whatsaap…) para frear a propagação de falsas notícias.

Estamos perdidos e extremamente vulneráveis nesse universo online que parece terra de ninguém; impotentes diante da dimensão – e das consequências graves – da propagação de mentiras e conceitos distorcidos, movimentada por uma massa que não está sabendo o que fazer com a tal – e tão almejada – liberdade de expressão, e não a maioria não tem a menor noção da grande responsabilidade que essa liberdade requer. Sem isso, o espaço aberto à livre manifestação torna-se um campo minado, fértil ao exercício da maldade e da irresponsabilidade; e o uso mal intencionado das mídias sociais põe em risco esse princípio democrático.

O que fazer? É preciso – urgentemente – estabelecer regras e mecanismos mais eficazes de controle; exigir transparência dessas operadoras de mídias sociais, principalmente sobre os vultosos investimentos em anúncios ‘vestidos’ de notícias; é preciso exigir que essas empresas levem a sério o desenvolvimento de mecanismos de checagem sobre a veracidade de informações nelas veiculadas. Mais que isso, é preciso punir severamente – civil e criminalmente – quem propaga (por má intenção ou irresponsabilidade) esse tipo de informação, mesmo não sendo ele o gerador da falsa notícia (da mesma forma como se pune o comprador de um objeto roubado, mesmo que ele não demonstre conhecimento de que esta é a origem do bem adquirido).

É preciso regras bem definidas para inibir essas práticas maldosas. Senão, o que teremos pela frente? Quem poderá nos defender das falsas notícias em que têm se pautado criminosos digitais e estrategistas políticos para destruir plataformas, enterrar reputações e construir falsas perspectivas?

Ninguém, a não ser nós mesmos!

Por enquanto, a saída é ler, ler e ler; correr os site de notícias mais seguro, avaliar as consequências da informação e NUNCA compartilhar uma informação que possa mexer com a vida e a reputação de outra pessoa, sem ter a certeza de que o foco da informação é fato verdadeiro.

Fica a dica!


7 de novembro de 2017

Polícia Federal quer ser o quinto poder, diz Raquel Dodge da PGR

A Procuradora enviou expediente à Câmara dos Deputados contra a PEC da autonomia da PF

7 de novembro de 2017

Receita Federal libera nesta quarta consulta ao 6º lote do IR

Leão vai pagar mais de R$ 2,9 bilhões para 2.428.985 contribuintes em 16 de novembro.

Vencer ou vencer: não há outra alternativa para o CRB hoje à noite

7 de novembro de 2017 • 8:22 am

Na triste situação de figurar na zona de baixo, o CRB vai para o jogo desta terça-feira, 7, às 20h30 no Estádio Rei Pelé, sem pensar em outro resultado que não seja a vitória.

Galo é vencer ou vencer!

Torcedor apaixonado.

O adversário é o Juventude de Caxias (RS) e o CRB precisa apresentar um futebol superior ao que jogou contra o Internacional, em Porto Alegre, na partida anterior, e transformar as oportunidades em gols. Não há outro resultado que interesse a não ser a vitória, o que lhe dará 42 pontos na competição.

Serenidade, concentração e competência em campo pode ser a trilogia para demandar ao caminho da vitória. Eis, portanto, uma questão a ser trabalhada pelos dirigentes e comissão técnica regatiana.

O galo terá como desfalques, Neto Baiano e Rodrigo Souza, ambos com o terceiro cartão amarelo. Quem volta a comandar o ataque é o centroavante Zé Carlos, de quem pode se esperar tudo e até mesmo nada..

Com o empate em 2 a 2 entre Luverdense e Internacional na noite de ontem, o CRB entra em campo hoje na zona do rebaixamento. Para sair dela precisa ganhar o jogo do time gaúcho que tem 49 pontos e está na oitava posição na competição.

CRB e Juventude será um jogo estudado e cheio de dificuldades. A diferença pró galo da praia poderá ser feita pelo torcedor alvirrubro. Seu papel é ir a campo, lotar o estádio e empurrar o time para a vitória. É como se fosse uma decisão final.

O jogo é hoje. E soltem o galo!

 


7 de novembro de 2017

Gramado presta homenagem a jornalista alagoano, Antonio Noya

Ele receberá o Troféu Sivia Zorzanello, nesta quarta-feira, na Câmara de Vereadores da bela cidade gaúcha

7 de novembro de 2017

Número de assaltos a coletivos em Maceió cai 54% em 2017

Em outubro, 33 boletins de ocorrência foram registrados, pouco mais da metade dos casos verificados em setembro pela SSP