Archive for Janeiro 11th, 2018

11 de Janeiro de 2018

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Pare, olhe, escute. Acidentes com VLT exigem mais atenção de motoristas

11 de Janeiro de 2018 • 4:59 pm

Mais uma colisão entre um carro e o VLT (Veículo Leve sobre Trilhos), registrado na tarde desta quinta-feira, no trecho do novo percurso do trem – que vai da Estação Central até o bairro de Jaraguá – mostra a necessidade de medidas mais rígidas de segurança e de atenção dos motoristas ao novo e pesado veículo que trafega na área.

É o segundo acidente de que se tem notícia, no bairro do Poço, desde que o novo percurso foi adicionado à rotina do VLT, em novembro passado. Antes, ele chegava só até a Estação Central, na Praça dos Palmares. Felizmente, nos dois casos, os danos foram apenas materiais. Não houve ferimentos graves.

Mas a reflexão se faz urgente. O que tem levado a esses acidentes: Pressa? Desatenção? Imprudência? Deficiência de sinalização? No caso de hoje, registrado no cruzamento do Sesc, a motorista do carro – um Siena de cor prata, placa MNO  2348 – diz que o sinal estava aberto para ela. Até admite ter ouvido o apito do trem, ter visualizado a locomotiva, mas mesmo assim arriscou na passagem, aproveitando o sinal, achando que daria tempo. ‘Se’ deu mal.

É basicamente o mesmo relato de testemunhas do acidente anterior. O que indica que, nos dois casos, prevaleceram três componentes: Pressa, imprudência e sinalização precária.

Para a CBTU, é hora de pensar nos sinais de alerta – luminosos e sonoros – que indicam a aproximação da locomotiva. Ou de instalar cancelas que impeçam a passagem dos carros, mesmo com o sinal aberto, quando da passagem do VLT.

Para os condutores, mais atenção, por favor! Tem um novo e pesado veículo dividindo espaço no trânsito, e não dá pra medir força com ele.

E vale a recomendação preciosa que sempre vigorou nos cruzamentos de linha férrea: Pare, olhe, escute!


Em mais uma jogada: A cara do Brasil e a ficha surrada de quem paga a conta

11 de Janeiro de 2018 • 3:02 pm

Ilustração Internet

“Brasil, mostra a tua cara; quero ver quem paga pra gente ficar assim…”. Cazuza pediu, e aí está. O país de cara lavada, escancarando a pequenez das artimanhas políticas e administrativas de um governo que não demonstra o menor escrúpulo para se manter no poder, amparado por membros de um Congresso igualmente sem escrúpulos. (Como disse Henry Kissinger: 90% dos políticos dão aos outros 10% restantes, uma péssima reputação).

Há poucos dias a Caixa Econômica Federal estava de pires na mão, recorrendo ao governo em busca de um socorro financeiro de R$ 15 bilhões do FGTS (o nosso FGTS), afirmando que esse empréstimo era necessário para não reduzir a concessão de crédito. Agora já se sabe para que eram os créditos tão urgentes que ‘a Caixa’ pleiteava.

A instituição recebeu, nos últimos três meses, autorizações para conceder R$ 2,5 bilhões em empréstimos para os Estados e Municípios, sem garantias (tipo: pago quando puder; e se perder a eleição, deixo pro adversário pagar).  O Banco do Brasil também obteve esse jeitinho, mas num valor bem mais modesto: Conseguiu o aval para emprestar até R$ 331,2 milhões?

A situação é a seguinte: Quando existe garantia, a União fica responsável, tornando-se fiadora do empréstimo. Qualquer problema, a União garante o pagamento e cobra dos devedores – Estados e Municípios. O banco não tem prejuízo.

Nos empréstimos sem garantia, Estados ou Municípios negociam diretamente com o banco -numa operação arriscada para a saúde financeira da instituição (já vem chorando dificuldades há tempos, lembram?). E o que podem, esses entes federados, oferecer como garantia? Receitas futuras de impostos, que podem não se concretizar.

Um levantamento feito pelo Estadão mostra que desde outubro, os bancos oficiais (Caixa e Banco do Brasil) tiveram sinal verde para financiar R$ 5 bilhões a governadores e prefeitos em contratações com e sem aval da União. Foram R$ 2,2 bilhões com garantias e R$ 1,3 bilhão sem garantia para Estados; e R$ 1,5 bilhão em operações sem garantias a Municípios. O levantamento, feito com base em dados do Tesouro, mostra que, entre julho e setembro de 2017, foram apenas R$ 691 milhões em operações sem garantia para municípios. Um aumento e tanto nas concessões. Dobrou!

Arriscado? Sim. Mas para o governo isso não parece ser o mais importante. O importante é criar mais mecanismos para aumentar o poder de barganha e a artilharia política, em tempos de necessidade de apoio para as negociatas de votos no Congresso. O próprio ministro da Secretaria de Governo, Carlos Marum (PMDB), já deixou claro que o dinheiro seria uma espécie de agrado aos governadores e prefeitos (traduzido em moeda de troca por apoio à Reforma da Previdência).

É a lei do vale tudo sustentando a musculatura frágil de um governo sem representação.

A cara do Brasil. E a gente paga a conta!


Empresários ameaçam rodoviários se Rui não aumentar passagem para R$ 4,02

11 de Janeiro de 2018 • 12:04 pm

Enquanto trabalhador assalariado teve reajuste de 1,81%, empresas de ônibus querem 15% de aumento no preço da passagem.

Depois de uma manobra pra tentar evitar as críticas, os donos de empresas de ônibus confirmam o que foi divulgado pela mídia, na terça-feira, 9.

É mesmo de 15% o reajuste que pedem para o preço da passagem urbana. Ou seja, os empresários querem que o prefeito Rui Palmeira aumente o valor da tarifa dos atuais R$ 3,50 para R$ 4,02.

Alegam que estão tendo prejuízo, e apontam duas causas:

1 – Diminuição do número de passageiros.

2 – Aumento no preço do diesel.

Para mostrar que não estão brincando, ameaçam motoristas, cobradores, fiscais e outros funcionários com demissão, se o reajuste não for autorizado.

“O aumento manterá os postos de trabalho…,  além de evitar também, as possíveis demissões causadas pelo atual prejuízo da perda de passageiros”.

Mas prometem que o aumento de 15% “trará melhoria na qualidade dos veículos e no atendimento”.

Quem acredita, levante o braço!

O governo Temer reajustou o salário mínimo em 1,81%, o que fez o valor passar de R$ 937 para R$ 950.

Bem abaixo da inflação e longe, muito longe, dos 15% que os donos de empresas de ônibus de Maceió estão cobrando.

Qual trabalhador suporta isso??

Punossasinhora!

 


11 de Janeiro de 2018

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11 de Janeiro de 2018

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11 de Janeiro de 2018

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Durante a entrevista, Fernando Dacal destacou ações hoje já geram retorno para os profissionais habilitados pela instituição

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