Archive for Janeiro 18th, 2018

18 de Janeiro de 2018

CSA arranca empate no final em sua estreia pela Copa do Nordeste

Azulão ficou no 1×1 contra o Sampaio Corrêa em jogo realizado no Estádio Rei Pelé, seu primeiro da temporada

18 de Janeiro de 2018

Heloísa Helena promove debate sobre educação em Maceió

Evento vai discutir 18 eixos estratégicos neste sábado

18 de Janeiro de 2018

Prefeito de Campo Grande não estava foragido, diz advogado

O sobrinho de Arnaldo Higino e ex-prefeito de Campo Grande foi abordado por estar bebendo, ao volante quando descobriram um mandado de prisão em aberto

O recado de Rui Palmeira

18 de Janeiro de 2018 • 3:05 pm

Rui tem dúvida se vale deixar o cargo para o vice, Marcelo Palmeira (D)

Aos adversários, que torcem para vê-lo fora da disputa, o prefeito Rui Palmeira mandou um recado. O PSDB, partido de Rui, e seus aliados vão participar ativamente da eleição deste ano.

“Vamos ter nosso grupo, vamos ter candidatura ao governo, ao Senado e, certamente, entrar forte para concorrer” – declarou o prefeito, na manhã desta quinta-feira, 18.

Mas, os argumentos de quem acredita que ele não será candidato ao governo são, no mínimo, verossímeis.

Há quem diga que o prefeito não está disposto a deixar a administração nas mãos do vice, Marcelo Palmeira, que é enteado do senador Benedito de Lira (PP).

Se perder a eleição, ficaria quase dois anos sem mandato. E o pior, a mercê da vontade do grupo de Biu, que tem como homem forte seu filho, deputado federal Arthur Lira.

Jogada muito arriscada!

Além disso, Rui sabe que manter-se no cargo e viabilizar o projeto “De frente pra lagoa” é uma estratégia bem mais eficiente. É, na verdade, consolidar-se como liderança política majoritária e chegar de pé, falando grosso, na eleição de 2022.

“Meu prazo é 7 de abril. Então, todos nós devemos aguardar até essa data para saber se vou ou não sair da Prefeitura” – dispara o prefeito.


18 de Janeiro de 2018

Hospital do Coração realiza seleção para Programa de Residência Médica

Inscrição pode ser feita, de 29 de janeiro a 08 de fevereiro, por meio do site: www.aremg.org.br

18 de Janeiro de 2018

Alagoas reduz em 54% número de assaltos a ônibus na Capital

Trabalho integrado entre as Polícias Civil e Militar e intensificação das abordagens conseguiram reduzir os índices

18 de Janeiro de 2018

MPE: Carnaval em São Miguel só se não prejudicar cofres públicos

Recomendação do Ministério Público de Alagoas é Prefeitura da Barra não realize festas carnavalescas em 2018

18 de Janeiro de 2018

Sai o resultado do Enem 2017; E com muitos zeros na redação

A primeira chamada para o Sisu foi antecipada para o dia 23 de janeiro, ficando aberta até o dia 26

Vale o quanto pesa? O custo de um dos Parlamentos mais caros do mundo

18 de Janeiro de 2018 • 9:28 am

Foto: Arquivo/Câmara dos Deputados

No ano eleitoral que se inicia – o primeiro dentro do que talvez seja a maior crise de credibilidade política do país – a realidade dos gastos excessivos com o nosso Parlamento (e bota excesso nisso) nos causa uma sensação mista de choque, indignação e impotência. Em Brasília, por exemplo, onde fica uma das casas legislativas mais caras do país, cada deputado distrital custa mais de R$ 235 mil por mês, incluindo a verba (R$ 184 mil) para contratar e manter assessores de sua confiança.

Num país onde o governo tira R$ 10,00 do trabalhador no ajuste do salário mínimo, alegando dificuldade de pagar R$ 964,00, isso dói na alma, né não?

E não é só pelos números volumosos de gastos com o Congresso e assembleias legislativas (que representam apenas um capítulo das distorções que marcam as relações de trabalho desse nosso Brasil). Mas também, e principalmente, pelo contraste com que eles se opõem à realidade de um país que corta direitos dos trabalhadores, mexe com as regras da aposentadoria, reduz investimentos nas políticas públicas básicas de assistência e impõem um salário mínimo de R$ 954, tudo em nome de uma crise econômica que também se apresenta como uma das maiores registradas no país nas últimas décadas.

Quanto custa o nosso Parlamento? É uma conta difícil de fazer – considerando todos os gastos em todas as casas legislativas e o grande número de benefícios e penduricalhos que somam ao salário principal, engordando a conta de cada parlamentar, cada um ao seu modo. Só em salário, cada parlamentar do Congresso recebe o equivalente a 35 salários mínimos (R$ 33.763,00), uma enorme disparidade na relação com o trabalhador comum.

E esse custo vai muito além da parte destinada ao bolso – que soma ao salário de um parlamentar, benefícios como auxílio moradia, aluguel de escritório, telefone, veículos, combustível, passagens aéreas, plano de saúde, ajuda de custo (equivalente a dois salários adicionais no início e no fim do mandato), entre outras coisas que pesam (e muito) na manutenção de um gabinete parlamentar.

Tudo isso eleva o Congresso brasileiro à condição de um dos mais caros do mundo. Só na Câmara dos Deputados são gastos mais de R$ 1 bilhão por ano para manter os 513 parlamentares da casa.

O Brasil ocupa a sexta colocação na relação salarial de deputados x Produto Interno Bruto (PIB) per capita. E se destaca também, no âmbito internacional, pelo grande número de assessores que cada parlamentar pode ter à sua disposição. Numa relação citada esta semana, o site Congresso em Foco mostra que nos Estados Unidos, por exemplo, cada deputado tem direito a 18 assessores. No Chile, são 12, e na França, 8. No Brasil esse número chega a 25 assessores por deputado.

No Senado brasileiro esse número dobra, e alguns senadores até triplicam, como é o caso do alagoano Fernando Collor (PTC), que tem 80 assessores à sua disposição. Mais que ele, só o senador João Alberto Souza (MDB-MA), com 84 servidores ao seu dispor. Todos pagos, a preço de ouro, com o dinheiro do Tesouro Nacional.

E não se trata, aqui, de questionar a importância do Congresso. Num regime democrático ele é fundamental. Mas de avaliar o custo benefício; de lançar um olhar crítico sobre a qualidade dos nossos representantes. Estamos falando de um Congresso mergulhado numa grave crise de credibilidade e representatividade, que constituem um capítulo à parte; da realidade de um parlamento maculado pela mancha da corrupção praticada por muitos dos seus membros; da disparidade entre os interesses da sociedade representada e os interesses que movem a MAIORIA dos nossos representantes. E do custo que tudo isso representa para a nação brasileira.

É inevitável refletir: O nosso Parlamento vale o quanto pesa?

A resposta você pode dar nas urnas, nas próximas eleições.


18 de Janeiro de 2018

Febraban estuda ações para reduzir juros do cheque especial

Em dezembro os juros do cheque especial estavam em 295,48% ao ano. Quem contrair R$ 1 mil nessa modalidade deve R$ 3.295,48 ao fim de 12 meses se não quitar