17 de outubro de 2016 • 8:53 am

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A baixaria na campanha eleitoral e a postura de ‘anjos e santos’ da causa

Nela estão homens e mulheres simples da periferia até mesmo autoridades dos palácio da Justiça e esferas de governos.

Por: Marcelo Firmino
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Cicero e Rui: novo embate eleitoral

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Quem é que gosta de baixaria na eleição? Não vejo uma só criatura falar que gosta e aprova. Mas, vejo muita gente por paixões e interesses variados acusar a baixaria na campanha eleitoral.

Ela existe de fato e muitas das vezes ultrapassa limites inimagináveis.

O problema é que nenhum dos lados faz autocrítica comportamental e muito longe de se reconhecer como um pistoleiro de almas e espíritos.

O que mais fazem é atacar. Um acusa o outro no estilo animal. Naquela mesmo de macaco que não olha para o próprio rabo. Além dos interesses em jogo, há muito de hipocrisia nisso.

Ora, desde que me entendo de gente que a baixaria está presente nas campanhas eleitorais e  ela existe em todos os lados. E que saber quando isso vai mudar? Imagine.

Sobretudo nesses tempos de intolerância real e virtual, a tendência, lamentavelmente, é esse processo recrudescer principalmente nessa ferramentazinha chamada de redes sociais, mas cada vez mais perversa, bizarra e irresponsável, mas que enche de orgulho muitos que pousam e reclamam da baixaria. Reclamam, mas de alguma forma praticam. E nela estão homens e mulheres simples da periferia até mesmo autoridades dos palácios da Justiça e esferas de governos. Todos na prática.

Em épocas de disputa de poder é muito comum gregos e troianos pousarem de vítimas, entre outras coisas mais.

No entanto, insisto: nesse meio não há anjos, nem santos. Lamentavelmente sempre foi assim.

É como vovó já dizia, “quem não te conhece que te compre”.

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