10 de abril de 2015 • 7:25 am

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A contrariedade de Nonô e o xis da questão na fusão de DEM e PTB

Na verdade mais que natural a reação do ex-governador José Thomaz Nonô contra a possibilidade de fusão entre o DEM, partido que ele lidera absolutamente em Alagoas, e o PTB,…

Por: Marcelo Firmino
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Na verdade mais que natural a reação do ex-governador José Thomaz Nonô contra a possibilidade de fusão entre o DEM, partido que ele lidera absolutamente em Alagoas, e o PTB, aqui comandado pelo podeoroso senador Fernando Collor.

Nonô não se manifesta contra por alguma questão de ordem ideológica, filosófica ou coisa que o valha. Nada disso. O xis da questão está exatamente no controle da legenda após a fusão.

Nonô e Collor são dois caciques conhecidos na politica alagoana e como diz a máxima, dois caciques não se beijam, principalmente depois de velhos. Ademais eles nunca foram do mesmo grupo político, nem nunca cultivaram relações de amizades que permitissem essa aproximação. Sempre se respeitaram mas, principlmente Nonô, bateu duro em Collor em determinados momentos da vida política de ambos.

Um bater continência para o outro a essa altura do campeonato é impensável. Até pode acontecer, pois dizem que na política local até boi pode voar.

Mas, Nonô ou Collor sem um partido nas mão para chamar de seu é pouco provável que aconteça. Se a fusão sair é provavel que o ex-vice governador procure se abrigar em outro ninho político ou, quem sabe, pendure de vez as chuteiras.

Com um mandato de oito anos no Senado, se não o perder na operação Lava Jato, Collor poderá ser o único beneficiado com a fusão das legendas.

É fato. Você não acha?

 

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