13 de junho de 2016 • 8:16 am

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A crise aumenta e lideranças já pactuam por novas eleições no País

O que se percebe é que, assim como os demais, Michel Temer e companhia estão mais sujos que pau de galinheiro.

Por: Marcelo Firmino
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É cada vez mais forte a corrente no Planalto Central em defesa de novas eleições no País, como fator capaz de atenuar a crise que ora se vive e sem sinais claros de arrefecimento.

‘Lideranças’ políticas têm conversado sobre o tema e até dirigentes do Partido dos Trabalhadores já fazem coro nesta direção, uma vez que antes também qualificavam como golpe qualquer proposta que falasse em novas eleições presidenciais.

Se essa história vai vingar ou não ainda é completamente incerta. Mas o certo é que quem imaginava que o impeachment de Dilma Rousseff iria resolver todos os males do País, principalmente da corrupção endêmica, enganou-se redondamente ou deixou-se enganar verdadeiramente.

A sonhada estabilidade econômica não veio e os escândalos do governo interino, com ministros corruptos, processados na Lava Jato, condenados em outros processos e instâncias, além das chantagens e ameaças de Eduardo Cunha e aliados da sala de jantar, só tumultuaram a história do País e acabaram nivelando na lama a classe política brasileira.

Assim, o que se percebe é que, assim como os demais, Michel Temer e companhia estão mais sujos que pau de galinheiro. O pior de tudo, nos dias de hoje, é a sociedade olhar para os quatro cantos e não encontrar uma liderança sequer capaz de envolver a Nação em um projeto que alimente a esperança de todos e motive para novas eleições.

Em todo caso, que se faça o debate. Sem ranços, nem ódio.

 

 

 

 

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