1 de março de 2017 • 10:53 am

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A crueldade é inerente ao humano

O sr. João da Silva, era mestre de barco e morava no Litoral Norte catarinense. Ele morreu em janeiro último, aos 65 anos de idade. Nada de estranho, né? Ocorre…

Por: Bleine Oliveira
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O sr. João da Silva, era mestre de barco e morava no Litoral Norte catarinense. Ele morreu em janeiro último, aos 65 anos de idade. Nada de estranho, né?
Ocorre que violaram o túmulo onde seu corpo estava enterrado. O cadáver foi mutilado e jogado na rua. Por que alguém faria isso?
Por dinheiro, claro!
Há 14 anos João fez uma cirurgia e colocou uma peça de ouro no ombro. Um pino, que custou R$ 20 mil.
“Se pegasse o pino lá, podia ter deixado o corpo, não precisava fazer o que fizeram, jogar na rua e mutilar. Isso foi uma crueldade que não tem ideia, não tem tamanho”, disse a viúva Rosane Santiago.
É verdade, não há limites para a crueldade humana! É cada vez mais difícil imaginar que haja um fim.

1 Comentário

  1. Antonio Rocha disse:

    Isso faz parte da educação a que está submetida a maioria da população, seja pela ausência da família, da escola ou da informação distorcida posta por alguns meios de comunicação. A banalização da violência e a falta de pregação do amor ao próximo é outro fator que deixa as pessoas sem limites. Filhos saem de casa para a escola com a certeza de que não precisam respeitar seus professores, pois sequer respeitam seus pais.

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