11 de outubro de 2016 • 8:22 am

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A decisão de JHC: Deixa estar. Quanto pior ficar, melhor será

Deputado disse que nenhum dos candidatos do segundo turno “me representa”

Por: Marcelo Firmino
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Qual seria a capacidade de JHC transferir votos para algum candidato em Maceió? A pergunta surge com a posição adotada por ele de deixar as águas rolarem na via eleitoral, não optando por nenhum, nem outro candidato neste segundo turno.

É bem verdade que ele não transferiria em massa seus votos. Mas algum percentual lhe acomopanharia. Só que isso agora nem ele mesmo vai saber, considerando a decisão tomada.

Mas ao tomar a decisão, ele sinaliza para uma postura que pode ter ainda  ainda mais reflexos nos números da abstenção, brancos e nulos. Para quem é político e vive do meio essa não é uma postura convincente, sobretudo por que nada tem de ideológica.

Mas também não há por que se atirar pedra em quem simplesmente deixa de participar com o argumento de  que “nenhum desses candidatos me representa”.

Naturalmente, dentre os eleitores que o acompanharam haverá gente que seguirá o seu roteiro e outros não. Ao decidir olhar do alto de sua cobertura, JHC apenas fez política e, de forma consciente, agiu na direção de uma máxima que diz exatamente o seguinte:

-Deixa estar. Quanto pior ficar, melhor será.

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