15 de junho de 2015 • 8:31 am

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A greve do Ifal e a raiva do ponto

Às vezes fica dificil entender determinadas manifestações de servidores. No caso da greve do Ifal, obviamente que eles bem sabem o onde o sapato aperta. A categoria reinvindica o direito…

Por: Marcelo Firmino
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Às vezes fica dificil entender determinadas manifestações de servidores. No caso da greve do Ifal, obviamente que eles bem sabem o onde o sapato aperta.

A categoria reinvindica o direito ao trabalho com uma carga de 30 horas e, curiosamente, se manifesta contra a instalação do ponto eletrônico.

Por que será que o ponto eletrônico é tão odiado no serviço público?

É isso que fica difícil de absorver. A greve é um direito e se a instituição massacra e persegue seus funcionários, colaboradores, trabalhadores ou o que quer que seja não há por quue aliviar com ela.

Mas, também se sabe que no País há uma imensa casta de servidores que trata o serviço público como um bico. Na hora do ponto a reclamação é geral. Pode não ser o caso do Ifal, onde se sabe que a imensa maioria é comprometida com o trabalho.

Mas é fundamental que se esclareça essa história do ponto, por que leva a uma série de interpretações que podem manchar toda uma luta por mais justa e digna que ela venha a ser.

Quanto ao Ifal, que cumpra com suas obrigações. Se deve, pague. Se persegue, justiça nele.

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