16 de junho de 2015 • 10:59 am

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A ideologia de gênero nas redes sociais

As pessoas nas redes sociais não estão medindo as consequências dos atos praticados. Anonimamente tocam fogo em situações que podem levar a sociedade a crises antes impensadas. Essa história da…

Por: Marcelo Firmino
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redes-sociais_1As pessoas nas redes sociais não estão medindo as consequências dos atos praticados. Anonimamente tocam fogo em situações que podem levar a sociedade a crises antes impensadas.

Essa história da tal cartilha – já denunciada como ferramenta falsa – da ideologia de gênero é um exemplo real das atitudes desmedidas e irresponsáveis de pessoas que, ao sabor do ranço político, tentam prejudicar de alguma forma a tudo e todos.

É a postura preconceituosa e agressiva se sobressaindo na personalidade deformada de muitos que vivem a enxergar o próprio umbigo. O pior é que a maioria entra numa barca dessa forma sem se quer saber o que vem a ser a dita “ideologia de gênero”.

A partir do Papa Francisco, a igreja católica tem sua posição contrária até mesmo ao debate. Embora o próprio Chico destaque que tudo se trata de uma colonização ideológica. E o que seria isso mesmo?

E ele diz: “Coloniza-se as pessoas com uma ideia que quer mudar uma mentalidade ou uma estrutura.”

Como se vê o tema não é simples, nem simplório. Imagine então o sujeito ouvir o galo cantar sem saber aonde e passa a criar peças para facebook, whatsaap e sei mais o quê, alardeando a barbárie contra algo que nem o Papa sabe o que é direito. E talvez o faça por razões verdadeiramente homofóbicas.

Não está aqui uma discussão sobre a dita ideologia por que nem saberia por onde começar. Mas está um protesto contra a violência das pessoas em usar as redes sociais para difundir o arbítrio, a violência e a estupidez, como foi feito com a tal cartilha fajuta, divulgada para a sociedade como uma verdade absoluta.

Um desrespeito contumaz. O pior, ao que parece, é  que isso não vai mais parar, para a satisfação geral da histeria coletiva.

 

 

 

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