19 de maio de 2015 • 1:32 pm

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A munição tucana e a batalha de 2018

O PSDB leva ao ar, nesta terça-feira (19), sua propaganda eleitoral em rede nacional de rádio e de televisão. Sabe-se que vem chumbo grosso contra o PT, e parte da munição estará nas mãos – ou melhor, na voz – do senador Aécio Neves

Por: Fátima Almeida
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Grande é a expectativa em relação à propaganda eleitoral que o PSDB leva ao ar nesta terça-feira, em rede nacional de rádio e de televisão. Sabe-se que vem chumbo grosso contra o PT, e parte da munição estará nas mãos – ou melhor, na voz – do senador Aécio Neves, que ainda não desceu do palanque onde travou a acirrada disputa contra Dilma Roussef, na eleição presidencial de 2014.
Mas não é a queda de Dilma que o PSDB quer, pelo menos não por enquanto, e não só isso.
Com o PMDB cada dia mais forte, correndo no paralelo e alcançando a dianteira, seria ele – o partido que abriga o vice-presidente da República e o presidente do Congresso Nacional – o principal beneficiado neste momento, com um afastamento da presidente.
E para os tucanos, alimentar essa história de impeachment seria forrar o ninho para o adversário deitar.
Ao tucanato, interessa,sim, aniquilar lentamente o adversário; minar as forças do PT, lentamente; até deixá-lo sem fôlego para as próximas batalhas eleitorais.
E isto coloca também – e princialmente – no foco da artilharia tucana, o ex-presidente Lula. É nele que deve ser usada grande parte da munição que o PSDB preparou para o programa eleitoral de hoje.
Outros capítulos virão.
Afinal, 2018 está bem ali.

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