9 de dezembro de 2016 • 7:29 am

Economia

Ajuste das contas feito por Renan Filho salvou Alagoas da insolvência

Calamidade financeira nos grandes Estados mostra o tamanho da crise nas contas públicas

Por: Marcelo Firmino
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O decreto de calamidade financeira em Minas Gerais, um dos Estados mais pujantes da Federação, dar a exata dimensão da crise em que os governos estaduais mergulharam. A roda gira com a economia travada, a arrecadação arrastada e as demandas maximizadas.

Quem diria? Minas não conseguirá pagar o décimo terceiro salário dos seus servidores.

Ao contrário do que acontece aqui com o pequeno estado alagoano, o governo mineiro paga em parcelas os salários do funcionalismo e já anunuciou que assim também acontecerá com o décimo terceiro. Tanto é real que metade do valor do salário líquido será pago no dia 22 e a outra metade a perder de vista.

O desgaste para o governo mineiro é imenso. Lá, o governador Fernando Pimentel, acusa um déficit de R$ 8 bilhões nas contas públicas, desde 2014. A situação chegou a tal ponto que a Assembleia Legislativa aprovou um projeto de felxibilização da Lei de Responsabilidade Fiscal, para tentar tirar o estado do engessamento.

A grande questão, no entanto, é que o governador Pimentel não fez, logo no início, o seu dever de casa, como aconteceu aqui em Alagoas, quando um ajuste fiscal criterioso, feito pelo governador Renan Filho, colocou o Estado nos trilhos e o tornou uma das poucas unidades federativas em condições de manter em dia o salário do pessoal e de pagar o 13º salário integral, antes do prazo limite.

Compromisso – Daí a importância do enxugamento das contas públicas. O governo alagoano levou a sério seu compromisso. Já  a ampla maioria dos Estados se debate na mesma situação de Minas Gerais, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul, que se apresentam em situação insolvência pela dubiedade das gestões.

A rigor, Alagoas é hoje o Estado mais ajustado econômica e financeiramente, guardadas as devidas proporções, de todo País. Ainda bem. Imagine o tamanho do caos por aqui se a história fosse diferente.

 

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