13 de novembro de 2017 • 6:30 am

Saúde

Alagoas capta R$ 2,3 milhões para pesquisas sobre ELA

A doença degenerativa Esclerose Lateral Amiotrófica conquistou a percepção popular por meio do desafio do balde de gelo

Por: Vinicius Firmino
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O desafio do ‘balde de gelo’, postado nas redes sociais tinha o intuito de aumentar a percepção social a respeito da Esclerose Lateral Amiotrófica e, principalmente, levantar fundos de pesquisa.

A iniciativa do balde de gelo arrecadou U$ 220 milhões, garantindo uma cooperação de pesquisa entre 11 países. Estima-se que, por ano, de duas a seis pessoas em cada 100 mil desenvolvam a ELA no mundo.

A partir desta semana, o Estado de Alagoas também ganha condições para encampar esta luta.

No dia 8 deste mês, técnicos do Ministério da Saúde deram o sinal verde para concessão de, aproximadamente, R$ 2,3 milhões para um grupo de pesquisa da Universidade Federal de Alagoas (Ufal), cuja proposta é investigar novas estratégias terapêuticas para a ELA, por meio de estudos com células-tronco. Todo o projeto deverá ser desenvolvido no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS).

O projeto de pesquisa é coordenado pelo professor Marcelo Duzzioni, doutor em Farmacologia, ligado ao Instituto de Ciências Biológicas da Ufal. Sobre a conquista, ele comenta que “permitirá a criação de um laboratório para desenvolver pesquisas sobre ELA, mais especificamente, a busca de alternativas terapêuticas para esta patologia”.

O diretor-presidente da Fapeal, professor Fábio Guedes, observa que “a adição de um aparelho para pesquisas com células-tronco em Alagoas aumenta nossa capacidade em pesquisa básica e aplicada”, avalia o gestor.

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