9 de novembro de 2016 • 12:47 am

Política

Alagoas integra lista de obras inacabadas que serão retomadas pelo governo

Maioria são creches e pré-escolas qu tiveram que foram abandonadas sem conclusão da obra

Por: Fátima Almeida
Share on FacebookTweet about this on TwitterShare on Google+Print this page

Alagoas tem várias obras, entre creches e pré-escolas, quadras esportivas, contenção de encostas e obras de saneamento, incluídas na relação de obras inacabadas, que o governo federal quer retomar e concluir até junho de 2017.

Uma comissão especial temporária composta por nove senadores – sob a presidência do senador Ataídes Oliveira (PSDB–TO) – foi instituída nesta terça-feira (8), no Senado, com a missão de fazer um levantamento das obras federais paralisadas e identificar as causas e os responsáveis pela paralisação, além de propor leis para evitar novas ocorrências.

Na primeira reunião da comissão foi apresentada a lista do governo federal com os mais de mil municípios, por nome do empreendimento, onde constam 1.600 obras. A meta é reativar pelo menos 70% dos empreendimentos até 30 de junho de 2017 e os demais até 2018. São obras em mais de mil cidades em todos os estados, entre eles Alagoas, com os municípios de Maceió, Rio Largo, Paulo Jacinto, Atalaia, Capela, Tanque d’Árca e vários outros.

Integram a comissão os senadores Humberto Costa (PT-PE), Telmário Mota (PDT-RR), Hélio José (PMDB-DF), Wilder Morais (PP-GO), Ataídes Oliveira (PSDB-TO), Antonio Carlos Valadares (PSB-SE), Elmano Férrer (PTB-PI) e Roberto Muniz (PP-BA).

São, ao todo, 1.600 obras paralisadas, cujo valores estimados para a conclusão não ultrapassem R$ 10 milhões. Inicialmente, serão retomadas 700 obras nos próximos 90 dias e as demais, até junho de 2017. O custo será de R$ 2 bilhões e a conclusão, segundo Ataídes Oliveira, deve ocorrer até o final de 2018.

– São creches, pré-escolas, centros de artes, quadras esportivas, unidades básicas de saúde, redes de saneamento, obras de urbanização, de infraestrutura turística, de prevenção de áreas de risco e até aeroportos. Obras distribuídas em 1071 municípios – informou o senador.

Ataídes Oliveira lembrou que os principais motivos para a paralisação de obras são falhas nos projetos, falta de dinheiro, problemas na desapropriação e no licenciamento ambiental.

O senador ressalta que, com a retomada das obras, haverá o aquecimento do setor de construção civil, com a geração de empregos.

 

Foto. Pedro França - Agência Senado

Foto. Pedro França – Agência Senado

(*) Com informações da Agência Senado

Deixe o seu comentário