5 de junho de 2017 • 12:49 pm

Violência

Alagoas reduz estatística da violência segundo números do Atlas 2017

Jovens negros ainda morrem mais no Estado, segundo mapa.

Por: Da Redação
Share on FacebookTweet about this on TwitterShare on Google+Print this page

O Estado de Alagoas está entre os 10 mais de que diminuíram a taxa de homicídios no Brasil, segundo o Atlas da Violência 2017, divulgado pelo Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas (IPEA), com um levantamento realizado entra 2005 a 2015. O estudo diz que a taxa de homicídio de jovens no Brasil teve um crescimento de 17,2% , número maior que o crescimento médio no país no mesmo período, de 10,6%.

O Mapa da Violência

Para o IPEA isso ocorre devido ao descompromisso por parte de autoridades nos níveis federal, estadual e municipal com a complexa agenda da segurança pública”.

Em Alagoas – No caso de Alagoas, segundo o Atlas, o percentual caiu 16,6% neste período, no entanto é ainda a unidade da Federação onde mais se mata mais se matou negros e jovens com idade entre 15 e 29 anos em 2015, sendo Maceió, a capital, a responsável pelo maior número de casos.

A taxa de mortalidade de jovens de 15 a 29 anos, em Alagoas, era a mais alta do País em 2015, mesmo com uma redução de 15,4% em comparação ao ano anterior. O índice era de 118,9 homicídios por 100 mil habitantes. No que diz respeito à população negra, apesar da liderança alagoana, há uma tendência de queda, segundo o Ipea.

Em 2015, a taxa foi 68,2 mortes de negros por 100 mil habitantes. No ano anterior, a taxa era de 82,1, representando uma diminuição de 16,9%. Já nos assassinatos de mulheres, entra 2010 e 2015, Alagoas reduziu em mais de 33%, sendo que em se tratando de mulheres negras a redução foi de 18,7%

Brasil – O relatório do Ipea  traz também apontamentos sobre 2017. Segundo o Instituto, “apenas em três semanas são assassinadas no Brasil mais pessoas do que o total de mortos em todos os ataques terroristas no mundo nos cinco primeiros meses de 2017, que envolveram 498 atentados, resultando em 3.314 vítimas fatais”

 

 

Deixe o seu comentário