11 de dezembro de 2017 • 9:22 am

Esportes

Aloísio Chulapa se despede do futebol cercado de ídolos, em Atalaia

Amistoso contou com a presença de grandes como Rogério Ceni, Lugano, Amoroso e Josué, além da também alagoana Marta

Por: Da Redação
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O atacante alagoano que fez sucesso em passagens por Atlético-PR e São Paulo, onde foi campeão mundial de clubes em 2005, Aloisio Chulapa, deu adeus aos gramados neste domingo (10), em partida comemorativa em Atalaia-AL, sua cidade natal.

Ceni e Lugano entregam placa do São Paulo a Aloísio (Foto: Leonardo Freire/GloboEsporte)

Ele Juntou amigos famosos na cidade que nasceu, dançou forró e mostrou às crianças os ídolos que elas só viram na TV. Foi uma tarde quente de domingo. Chulapa riu, chorou, tomou muitos “danones”, como de costume, e fechou o ciclo no futebol no meio do seu povo.

O amistoso contou com a presença de grandes jogadores que ficaram marcados na carreira do atacante no São Paulo, como Rogério Ceni, Lugano, Amoroso e Josué, além da também alagoana Marta.

Quem não apareceu foi Adriano Imperador. Ele até gravou um vídeo com Aloísio, confirmando a presença na festa, mas desistiu de ir a Atalaia. Muricy Ramalho também levou falta. Avisou que estava doente e não viajou. “O Adriano teve um compromisso e tá tudo certo. É parceiro”, minimizou Chulapa.

O agora ex-jogador falou sobre a emoção de terminar sua carreira com a festa. ​”Um dia muito importante para minha vida. Estou realizado de juntar os amigos… O futebol me deu muitas coisas e uma delas foi a amizade. Os torcedores vão continuar com o Chula nas redes sociais. Vou continuar dando alegria para esse povo”, afirmou o “Rei do Danone”, como é conhecido pelos fãs.

Chulapa começou a carreira na base do CRB, ganhou projeção no Flamengo e marcou época no Goiás. Foi também muito feliz na França e teve boa passagem pelo Atlético-PR. Mas foi no São Paulo que mudou o patamar da carreira. Indicado por Ceni, chegou ao Morumbi em 2005 e conquistou, além do tri brasileiro, o Mundial interclubes. Ficou tudo dominado. Deu, de quebra, o passe de trivela para Mineiro fazer o gol do título em cima do Liverpool.

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