14 de agosto de 2017 • 3:39 pm

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As mulheres, a raiva e o Dia dos Pais

Passamos por mais um segundo domingo de agosto, dia dedicado aos pais. Impressionante o número de internautas que homenagearam seus pais, fazendo a eles declarações de amor, reconhecimento e agradecimento….

Por: Bleine Oliveira
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Imagem: google

Passamos por mais um segundo domingo de agosto, dia dedicado aos pais.

Impressionante o número de internautas que homenagearam seus pais, fazendo a eles declarações de amor, reconhecimento e agradecimento. Lindas fotos e mensagens nas redes sociais (Instagram e Facebook)!

Mas houve um grande número de mulheres que fizeram deste domingo um dia de protesto, ‘espetando’ ex-companheiros com quem tiveram filhos.

Ruim, isso!

Não se pode confundir marido, amante, namorado, ficante ou outro tipo de relacionamento com a figura do pai. Esse só pode ser julgado pelo filho, não pela mulher.

Há pais amorosos, companheiros, parceiros, presentes, são verdadeiros anjos quer tenham um ou dez filhos.

Como há pais ausentes, violentos, violadores, que rejeitam a paternidade, ignorando totalmente esse compromisso.

São infelizes que, algum dia de suas vidas, pagarão o preço dessa indiferença, descaso, abandono e agressão.

Entretanto, não cabe à mãe, nem a ninguém, julgá-los, e menos ainda condená-los. O papel da mãe é proteger seus filhos. Mas, para isso, não precisam disparar contra o pai!

Chegará o tempo em que o filho saberá quem é, ou quem foi, seu pai!

Saibam, queridas companheiras, que o pai tem um lugar na mente e no coração do filho. Se ele quer ocupar ou não esse espaço, é uma escolha dele.

Se aceitar a missão que lhe foi dada por Deus, será feliz!

Se rejeitá-la, negando a paternidade, o nome e o amor devido a um filho, jamais se realizará como pessoa.

Saibam ainda que a mãe não substitui o pai, nem faz os dois papéis. Ela não se divide.

Não existe isso de PÃE, queridas companheiras! Existe a mãe, absoluta, inteira, para sempre prenhe de amor!

A mãe não deve intensificar a dor que a criança enfrenta pela ausência do pai. Essa, por si só, já dói o bastante.

Deixem o tempo seguir. Chegará o dia em que esse pai ausente, agressivo e indiferente, buscará a atenção, o afeto, o abraço do filho a quem negou cuidados, carinho, ensinamentos.

Nesse dia, se a mãe educou seu filho com amor e sabedoria, ele saberá o que fazer!

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