24 de julho de 2016 • 8:29 pm

Esportes

Azulão bate o Parnahyba e abre vantagem no mata-mata série D

O meia Clayton brilha na partida, faz os os dois gols e CSA tem a vantagem no jogo de volta.

Por: Da Redação
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O azulão da lagoa foi ao Piauí e conquistou um excelente resultado contra o Parnahyba pela série D do campeonato brasileiro. O CSA venceu por 2 a 1 e abriu vantagem para a segunda partida da competição, na série mata-mata.

O CSA deve a vitória, a princípio ao meia Clayton, bastante criticado no última partida da fase de grupos, o meia  marcou os dois gols do time alagoano, ambos no primeiro tempo, enquanto o atacante Augusto diminuiu para o Tubarão.

Com a vantagem construída no primeiro confronto, o CSA agora pode até perder por um gol de diferença [desde que seja por 1 a 0] que carimba o passaporte para a segunda fase de mata-mata da competição nacional.

Em caso de vitória do Tubarão por 2 a 1, a decisão será nas cobranças de pênaltis. Para se classificar de forma direta, os piauienses precisam vencer por placar superior a 2 a 1.

Parnahyba x CSA (Foto: Wenner Tito )Cleyton marcou os dois gols da vitória do CSA sobre o Parnahyba fora de casa (Foto: Wenner Tito )

CSA e Parnahyba voltam a se enfrentar no próximo domingo, a partir das 16h, no Estádio Rei Pelé, em Maceió, na partida que vale a classificação para as oitavas de final da Série D. Quem passar de fase encara o vencedor do confronto entre América-PE e Altos-PI. Também neste domingo, os piauienses venceram por 2 a 1, jogando no interior de Pernambuco.

Conhecedor profundo do futebol piauiense, o técnico Oliveira Canindé, procurou surpreender os donos da casa e colocou o CSA para jogar de igual para igual. Apesar das condições ruins do gramado, o Azulão chegou com perigo logo aos seis minutos, quando Washington lançou Jeferson Maranhense e o goleiro Fábio precisou sair do gol abafando nos pés do atacante da equipe alagoana. Dois minutos depois, em cobrança de escanteio, Marcos Gasolina cabeceou e levou perigo ao goleiro Jeferson. O ritmo seguia acelerado e o CSA chegou ao gol aos 13′, com Cleyton, tocando na saída do goleiro do Tubarão.

Não demorou muito e o Parnahyba respondeu, aos 17 minutos, após boa jogada do habilidoso Idelvando. O camisa 7 lançou para Fabiano e o atacante chutou forte, da entrada da área, direto para fora. A vantagem no placar fez o CSA se posicionar atrás da linha bola, aguardando as ações da equipe paraibana. Sem conseguir furar a barreira maruja, o time do técnico Fernando Tonet mostrava nervosismo e a torcida começava a ficar impaciente. Aos 40 minutos, em cobrança de falta de Capela, Jeferson espalmou e Gilmar Bahia se esticou, mas não conseguiu chegar na bola. O tempo passava e o CSA ia fazendo o jogo que queria, segurando o adversário e saindo no contra-ataque. E justamente numa saída rápida, aos 42 minutos, Cleyton foi lançado, aproveitou o vacilo da zaga, invadiu a área e marcou o segundo gol dos alagoanos, o segundo dele na partida.

Segundo tempo – Com a excelente vantagem construída no primeiro tempo, o CSA passou o ferrolho na zaga e esperava o Parnahyba deixar as brechas para assim explorar os contra-ataques. Do outro lado, precisando reverter o placar, o treinador do Tubarão colocou o atacante Ricardo Oliveira no lugar do meio-campista Márcio Tarrafa.

Num instante em que o torcedor parnaíbano estava impaciente, um fato bizarro descontraiu o momento de revolta dos piauienses que estavam no Estádio Pedro Alelaf. Ao entrar em campo para atender um jogador do CSA, um maqueiro caiu no gramado e arrancou gargalhadas do público presente. Voltando ao jogo, a mudança do treinador Tonet surtiu efeito e o Parnahyba diminuiu aos 19 minutos. Até então desaparecido no jogo, o atacante Augusto recebeu a bola na pequena área e só teve o trabalho de empurrar para o gol.

O gol do Tubarão aumentou a confiança da torcida, que acreditava e empurrava os donos da casa em busca do empate. Inteligente, o técnico Oliveira Canindé sacou Everton Heleno e colocou Marcos Antônio em campo para tentar explorar os chutes de fora da área, além de dar mais velocidade nas jogadas de contra-ataque. Os donos da casa seguiam com mais posse de bola, mas encontrava dificuldade para criar as jogadas de perigo. Aos 37 minutos, o Azulão quase amplia o marcador, com Panda, após cobrança de escanteio. Aos 43, o atacante Ricardo Oliveira caiu na área do CSA, o banco do Parnahyba ficou pedindo pênalti, mas o árbitro Sávio Pereira Sampaio mandou o jogo seguir.

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