16 de setembro de 2015 • 8:51 am

Economia

Base não aceita a CPMF e Dilma vai tentar proposta temporária

A cobra por dois anos é o trunfo da presidente, mas esbarra na ira de Eduardo Cunha

Por: Da Redação
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Base aliada, mas nem tanto.

Base aliada, mas nem tanto.

O governo federal não conseguiu emplacar a sua proposta original da CPMF – contirbuição por movimentação financeira – junto a base aliada. A ideia era que o tributo atrelado as movimentações bancárias durasse os quatro anos do mandato.

A base não aceitou e a presidente Dilma Rousseff decidiu insistir com uma ideia alternativa, Vai propor agora a CPMF por dois anos apenas, considerando que no Brasil os impostos quando são implantados acabam se perpetuando. Desta vez, segundo ela, seria temporário.

A nova proposta pode fazer algumas lideranças da base mudarem de atitude. Se isso ocorrer, a presidente terá a CPMF para debalar a crise, uma vz que a arrecadação vai proporcionar algo em torno de R$ 34 bilhões nos cofres da União.

Mas irado com o governo, o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB), já disse que só bota a matéria em votação em 2016.

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