1 de Fevereiro de 2018 • 7:35 am

Policia

Campo Alegre: Agências bancárias são alvos de criminosos

Bandidos fizeram três reféns e tentaram explodir os cofres do Banco do Brasil e Bradesco

Por: Da Redação
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Na madrugada desta quinta-feira (1º), as agências do Banco do Brasil e do Banco Bradesco de Campo Alegre foram alvos de criminosos fortemente armados.

Agência de Campo Alegre quando explodida em outro assunto, de 2015

Na tentaram de explodir os cofres das duas agências bancárias, os bandidos fizeram reféns três pessoas que estavam na rua. A liberação dos reféns foi feita em uma das estradas de acesso ao município logo após deixarem as duas agências destruídas.

Após o ocorrido, a Polícia Militar informou que chegou a fazer rondas na região, mas os acusados conseguiram fugir em dois carros brancos. Na AL-220, um caminhão foi atravessado na pista para dificultar ainda mais a chegada da polícia.

Foram acionados policiais da Força Tática de Junqueiro, do Grupamento da Polícia Militar de São Sebastião, da 4ª Companhia de Teotônio Vilela, além de integrantes do Pelotão de Operações Especiais da 1ª Companhia.

Explosões

A mesma agência sofreu ação semelhante, com explosivos, em 2015.

Uma agência do Banco do Brasil, no centro da cidade de Quebrangulo, foi explodida pelo menos quatro vezes durante a madrugada do dia 9 deste mesmo mês. por homens armados.

O É Assim noticiou em outubro do ano passado o retorno de uso de cédulas em agência do Banco do Brasil de Pão de Açúcar, após essa ser explodida 15 meses, em 2016. Na mesma noite, outra da Caixa Econômica Federal passou pelo mesmo tipo de ação.

E em 28 de outubro noticiamos sobre a decisão judicial que exigia o retorno das atividades de uma agência Banco do Brasil em Traipu, fechada diante atos de violência. Em Major Isidoro, outra está fechada também depois de ser explodida.

Projeto de segurança

O plenário da Assembleia Legislativa aprovou, no final de dezembro, um projeto de resolução e cinco projetos de lei, entre eles, de autoria do deputado Francisco Tenório (PMN), que dispõe sobre a contratação de vigilância armada 24 horas, inclusive nos finais de semana, nas agências bancárias públicas e privadas e nas cooperativas de crédito do Estado de Alagoas.

Pelo projeto, os vigilantes deverão permanecer no interior da instituição bancária, em local seguro, para que possam se proteger em função de sinistro num período de 24 horas, de posse do botão de pânico e terminal telefônico para possível acionamento rápido policial.

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