1 de abril de 2016 • 7:08 am

Brasil

Chico Buarque vai a manifestação em defesa da democracia no Rio

Em discurso, o artista diz em alto e bom som que “não vai ter golpe”.

Por: Da Redação
Share on FacebookTweet about this on TwitterShare on Google+Print this page

O cantor e compositor Chico Buarque foi um dos artistas que se manifestaram nesta quinta-feira (31) contra o impeachment da presidente Dilma Rousseff, e o classificou como “golpe” de setores da política nacional.

Chico Buarque: De novo não.

Chico Buarque: De novo não.

Um dos mais notórios defensores do petismo na classe artística, Chico falou em defesa “intransigente da democracia” e lembrou do golpe militar de 52 anos atrás, em 31 de março de 1964 – a partir de quando se instalou a ditadura militar pelos 21 anos subsequentes.

“Estou aqui para agradecer a vocês que me animam a acreditar que não, de novo não. Não vai ter golpe”, discursou o artista, em palco montado no Largo da Carioca, no centro do Rio de Janeiro.

1 Comentário

  1. TUA CREDIBILIDADE VALE TANTO QUANTO NOTA DE TRÊS REAIS
    Joilson Gouveia*
    Já dissemos, repetimos e reiteramos, “comunistas não professam FÉ”, bem por isso, nenhuma valia tem todo o seu ceticismo, credibilidade, crença ou FÉ, que é restrita, particular, pessoal, privada e privativa às circunscritas ou circunspectas bravatas, bazófias, falácias loquazes e mendazes dimanadas das perorações do parlapatão “asceta de prístinas virtudes”, o “virtuoso” Luís LI – The Sir LILS, a “jararaca” desdentada que mais tem fugido das polícias federal e estadual, bem como também dos Ministérios Públicos Estadual e Federal, que tentou buscar valhacouto num ministério, para tentar se blindar nas prerrogativas, privilégios, sinecuras e benesses do cargo de ministro – o ex-ministro e breve presidiário – que se borra todo ao ouvir o verbete MORO! É, pois, o perleúdo, esperto e grande mentor das verdades que Sir Bob et caterva escarlate creem!
    Dito isto, em mais nada crês, arauto senil, decrépito, ser vil, debilitado, mas muito bem remunerado pelas tevês educativas e gazeta de Alagoas, mormente enquanto assessor parlamentar júnior da presidência do senado! É fato! Ora, onde há fé demais não cheira nada bem; ou não?
    Ademais, independe de torcida, crença, fé ou torcida, atos e desatinos, mandos e desmandos, o Processo de Impeachment, ora em tramitação, análise, avaliação e exames de seus pressupostos essências e requisitos elementares ou básicos de admissibilidade, tempestividade, procedibilidade, tipicidade e, sobretudo, de imputabilidade pela perpetração de crimes de responsabilidade, senão o descumprimento, desprezo, desdém, desobediência, espezinho e menoscabo da CF/88, da LRF e Leis Orçamentárias, desvios de finalidade, evasão de erário e de divisas, “generosas doações”, além de obstrução à Justiça e do odioso, inescrupuloso, vergonhoso e perverso crime de lesa-pátria, sem falar no mais desbragado, acintoso e oprobrioso ESTELIONATO ELEITORAL, havido em 2014, pelo que deverá culminar com o incontinenti e consequente IMPEDIMENTO, AFASTAMENTO e, por óbvio, sua imediata, devida e justa CASSAÇÃO, após aprovação da denúncia-crime pela Comissão Especial da Câmara, para, ato contínuo, ser processada e julgada pelo Senado, presidido pelo STF. Simples!
    Daí, de pronto, ela dará o fora de onde nunca deveria ter estado, o seu vice deverá assumir, até que o TSE faça a sua parte e, também, CASSE a “chapa vitoriosa”, mas dês que, antes de exauridos, os dois anos desse “desgoverno” – onde teríamos novas eleições gerais em até 180, no máximo.
    Portanto, não se desespere, escarlate infiel!
    Aguardemos exaurir o “golpe”, né? “Não, vai ter golpe!”; sim, vai ter sim, um golpe sui generis, nos finórios, alarifes e bandidos corruPTos e corruPTores, haja vista que apenas 1, em cada 10 brasileiros, apoia sua “presidentA”. E, em sendo assim, num Democracia, quem manda e deve mandar é a vontade da maioria; ou não?
    Abr
    *JG
    P.S.: De 1990 a 2002, os anais do Congresso Nacional registraram 50 “golpes” urdidos pelo PT; sabiam disso?

Deixe o seu comentário