21 de dezembro de 2015 • 10:03 am

Saúde

Cícero Almeida cobra mais apoio de ministério no combate ao Zika Virus

Deputado diz que as prefeituras sozinhas não têm condições de enfrentar o problema.

Por: Da Redação com Assessoria
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Cicero Almeida: O governo tem que ajudar.

Cicero Almeida: O governo tem que ajudar.

O avanço do Zika Virus nos estados do Nordeste, notadamente em Alagoas, gerando casos de microcefalia em bebês, levou o deputado federal Cícero Almeida (PSD) requerer uma nova rubrica de recursos federais no Ministério da Saúde, para que as Prefeituras Municipais permitam o acesso das gestantes ao pré-natal, a ultrassonografia gestacional e outros exames necessários à saúde das gestantes e suas crias.

Segundo o deputado, o momento que se vive é grave e as autoridades de saúde e os gestores públicos em geral já têm completa noção da gravidade da situação. “Por isso, fui ao Ministério da Saúde defender essa tese, considerando que os municípios precisam ter todo o apoio do governo federal para enfrentar esse problema com determinação”, disse.

Cícero Almeida disse ainda que tem acompanhado o esforço do Ministério da Saúde no sentido de investigar as causas do aumento de casos de microcefalia na região nordeste, mas considera que isso só não basta. “É preciso socorrer os municípios de imediato”, reafirmou.

Em função dos crescentes casos de microcefalia em Alagoas, ele disse que não vê outra saída para assistir as gestantes do que a disponibilização de recursos financeiros e humanos necessários, visando intensificar as ações para o diagnóstico e acompanhamento dos casos de microcefalia, principalmente nos município que registraram casos de infecção viral pelo Zika vírus.

É fundamental que haja todo o envolvimento das três esferas de governo na análise e buscas de soluções do problema. “É preciso permitir maior acesso aos cuidados pré-natal, ultrassonografia gestacional e análise do líquido amniótico nos casos de detecção de microcefalia em avaliação diagnóstica intrauterina. E as prefeituras sozinhas não vão poder arcar com isso. Temos que cobrar do governo federal”, concluiu

 

 

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