11 de abril de 2016 • 4:07 pm

Serviços Públicos

Conferência da extensão rural reúne indigenas e quilombolas

O objetivo do encontro é promover o debate a respeito das necessidades desses segmentos da sociedade.

Por: Da Redação com Assessoria
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A 2ª Conferência Estadual de Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater) Teve início na manhã desta segunda-feira,11, 2ª Conferência Estadual de Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater). A solenidade de abertura contou com a presença de autoridades e representantes dos povos tradicionais indígenas e quilombolas e de agricultores familiares de todas as regiões de Alagoas.

Conferência da Ater

Conferência da Ater

O evento segue até esta terça-feira,12 no Centro de Formação de Professores da Secretaria de Estado da Educação, no Cepa.

O principal objetivo do encontro é promover o debate a respeito das necessidades desses segmentos da sociedade, elaborar um documento que elenque todas as reivindicações e levar para Brasília na ocasião da Conferência Nacional de Assistência Técnica, Extensão Rural, que acontece em maio.

Para o diretor-presidente do Instituto de Inovação para o Desenvolvimento Rural Sustentável de Alagoas (Emater-AL), Carlos Dias, a participação dos produtores rurais é de grande importância para que as prioridades sejam postas e atendidas da melhor maneira possível.

“Nós temos o papel de discutir as políticas públicas que são mais voltadas para o homem do campo, para o agricultor familiar, e para os povos tradicionais e, nessa discussão, alinhar, junto ao Governo Federal, medidas, propostas, programas e projetos que sejam estruturantes para os próximos quatro anos”, afirmou o presidente da Emater.

Rita Ferreira é agricultora familiar de Piaçabuçu e representante da região do Baixo São Francisco. Além disso, está engajada em movimentos de trabalhadoras rurais. Para ela, a Conferência dá voz aos agricultores.

“É um momento importante porque nós vamos dizer o que nós estamos precisando lá na base, qual o tipo de assistência técnica que as mulheres, os quilombolas, os agricultores necessitam. Porque não adianta ter um plano de assistência técnica e vir de cima para baixo. Dessa forma ele se adequa para nós, lá na base”, declarou a produtora rural

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