11 de agosto de 2016 • 12:12 pm

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Conselho de ética da Câmara abre processo contra deputado Jean Wyllys e mais dois

Wyllys é acusado de quebra de decoro por ter associado os nomes dos deputados Eduardo Bolsonaro (SP), Jair Bolsonaro (RJ) e Pr. Marco Feliciano (SP) ao atentado da boate gay dos EUA

Por: Da Redação
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O Conselho de Ética da Câmara abriu nesta quarta-feira (10) representação contra os deputados Jean Wyllys (Psol-RJ), Wladimir Costa (SD-PA) e Laerte Bessa (PR-DF). Durante a reunião do colegiado, o presidente do conselho, deputado José Carlos Araújo (PR-BA), sorteou os deputados que poderão ser escolhidos para relatar as representações. A decisão de escolher o relator cabe ao próprio presidente, que deve anunciar os nomes na próxima semana.

Jean Wyllys, agora acusado.

Jean Wyllys, agora acusado.

A representação contra Jean Wyllys foi apresentada pelo PSC. Ele é acusado de quebra de decoro por ter associado os nomes dos deputados Eduardo Bolsonaro (SP), Jair Bolsonaro (RJ) e Pr. Marco Feliciano (SP) – todos do PSC – ao atentado que resultou na morte de 50 pessoas em uma boate gay em Orlando, nos Estados Unidos. Foram sorteados para relatoria do processo contra Jean Wyllys, os deputados Capitão Augusto (PR-SP), Silas Câmara (PRB-AM) e Júlio Delgado (PSB-MG).

Já Wladimir Costa é acusado pelo PT de quebra de decoro por ter ofendido o partido e seus filiados em reunião do Conselho de Ética que recomendou a cassação do deputado afastado Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Para relatar o caso de Wladimir Costa foram sorteados os deputados Subtenente Gonzaga (PDT-MG), Betinho Gomes (PSDB-PE) e Nelson Marchezan Júnior (PSDB-RS).

Laerte Bessa, também é acusado pelo PT. Segundo o partido, o deputado proferiu em discurso no plenário da Câmara ofensas não apenas contra o PT, mas também contra a presidente afastada Dilma Rousseff, o ex-presidente Lula e os cidadãos filiados do partido. Para relatar o caso de Laerte Bessa, o presidente do Conselho de Ética terá que escolher entre os deputados Sérgio Moraes (PTB-RS), Professor Vitorio Galli (PSC-MT) e Mauro Lopes (PMDB-MG).

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