1 de Maio de 2015 • 12:55 pm

Cotidiano » Maceió

CUT e sindicatos celebram o Dia dos Trabalhadores com passeata na Orla

Manifestantes fixaram no trio elétrico, uma faixa em protesto contra três deputados alagoanos, que votaram a favor do PL 4330: Arthur Lira (PP), Pedro Vilela (PSDB) e Maurício Quintela (PR)

Por: Da Redação
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Dezenas de sindicatos participaram do ato. (Crédito: Eassim.net)

Dezenas de sindicatos participaram do ato. (Crédito: Eassim.net)

Mobilizados pela CUT e sindicatos filiados, trabalhadores alagoanos do campo e da cidade celebram o Dia do Trabalhador, nesta sexta-feira (1), com uma passeata na orla de Maceió. A concentração teve início às 9h, no estacionamento de Jaraguá, de onde a caminhada saiu, às 11h, com destino à Praia de Ponta Verde. Com faixas, discursos, panfletos e manifestações culturais, eles dividem com a sociedade as principais bandeiras de luta, focadas em problemas nacionais e locais, que ameaçam os direitos trabalhistas.

O Projeto de Lei da Terceirização, aprovado na Câmara dos Deputados e já encaminhado à apreciação do Senado Federal é, na opinião da presidente da CUT, Amélia Fernandes, uma das principais preocupações da classe trabalhadora, no momento atual. “Esse projeto não pode ser aprovado no Senado, do jeito que foi aprovado na Câmara, porque constitui uma ameaça a direitos trabalhistas consolidados. Aprová-lo, é apoiar a precarização de serviço, seja no setor público ou no setor privado”, alerta a presidente da CUT.
Em cima do trio, a mensagem se completa num protesto com imagens de deputados alagoanos: Arthur Lira, Pedro Vilela e Maurício Quintela. (Crédito: Eassim.net)

Em cima do trio, a mensagem se completa num protesto com imagens de deputados alagoanos: Arthur Lira, Pedro Vilela e Maurício Quintela. (Crédito: Eassim.net)

À frente do trio elétrico, a mensagem se completa num protesto com a foto dos três deputados alagoanos que votaram a favor do PL 4330 (que trata da precarização): Arthur Lira (PP), Pedro Vilela (PSDB) e Maurício Quintela (PR), identificados como “traidores” da classe trabalhadora.

Os manifestantes colocaram em pauta, também, o protesto contra as Medidas Provisórias 664 e 665, do governo federal, que alteram as regras de conquistas trabalhistas, entre elas o seguro desemprego e o seguro defeso, em prejuízo aos trabalhadores; a luta pela reforma agrária e urbana; e a defesa da Petrobras; da democratização da Comunicação e da convocação de uma assembleia nacional Constituinte para a realização da reforma política.
Na conjuntura local, a manifestação do 1º de Maio contemplou a defesa dos servidores públicos do município e do Estado, em suas reivindicações, e em defesa da Casal, ameaçada de privatização.

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