11 de setembro de 2015 • 8:18 am

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Depois da intolerância vem o perdão.

A intolerância e a insatez andam juntas no atual momento vivido pelo País e, sem medir as consequências das histrionices pratiacadas, muita gente acaba se dando mal. Imagine que em…

Por: Marcelo Firmino
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A intolerância e a insatez andam juntas no atual momento vivido pelo País e, sem medir as consequências das histrionices pratiacadas, muita gente acaba se dando mal.

Imagine que em junho deste ano o ex-ministro Guido Mantegna foi a um restaurante em São Paulo  e la acabou sendo agredido moralmente e teve que deixar o local em completo estado de constrangimento.

Os agressores foram dois empresários paulistas que, na onda do momento, chamaram o ex-ministro em alto e bom som de “sem vergonha, ladrão e palhaço”. Depois disso se sentiram mais homens que todos os outros da terra.

Após deixar o restaurante o Mantegna procurou o advogado José Roberto Batochio e processou os agressores por injúria, calúnia e difamação.  O processo correu, o calo apertou e os dois agressores procuraram o ex-ministro e pediram “perdão”.

Resultado: Os dois agresores se disseram arrependidos e afirmaram que Mantegna é um homem “probo, digno e honesto”.

Pois é. No picadeiro da vida real há um longo caminho antes de fecharem as cortinas,

 

 

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