14 de outubro de 2016 • 3:46 pm

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Do Cícero que fez, dos memes e dos marqueteiros de plantão

O Cícero que fez incomodou e viralizou…

Por: Marcelo Firmino
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Em tempos de eleição, os marqueteiros políticos nas cidades se proliferam. Há vários em cada esquina e com discussão para todos os gostos e visões. É bem próprio das disputas polarizadas onde um lado tenta desqualificar o outro de algum modo. De repente, cada eleitor é um marqueteiro com ideias e ideias sem saber ao certo como funcionam esses ambientes.

“Cicero que fez” virou um meme e um prato cheio para todos os apaixonados de lado a lado da sociedade. A mídia no centro do debate por que, hoje mais do que nunca, a mídia tem lado.cicero-avatar-1

A discussão é de plágio de Cícero? Tome cacete. Em nenhum momento a mídia discutiu o plágio de Rui, que copiou Fernando Haddad, prefeito do PT, em São Paulo. Ou seja, nesses tempos bicudos, aqui, o PSDB copiou o PT. Fato.

Mas, tudo isso são firulas das paixões explícitas, implícitas e muitas platônicas.

O fato da propaganda do Cícero que fez é que ela caiu na boca do povo. Uns amando e outros odiando, mas caiu.

Ao contrário de todo o primeiro turno, em apenas um programa eleitoral deste segundo turno o Cícero conseguiu comunicar e dizer o que fez. Viralizou por que incomodou. O conteúdo dessa viralização fica ao gosto e ao sabor de quem navega nessas produções das redes sociais.

Qual o resultado de tudo isso? Campanha.

Aqui, no Oiapoque ou no Chuí, não há uma só campanha que trabalhe com originalidade de conteúdo. Todos estão se repetindo e se copiando. É aquela história do que deu certo lá pode vingar cá.

E assim segue o baile…

 

 

 

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