Eleições 2016

15 de Fevereiro de 2017

Juiz eleitoral aprova as contas de campanha de Cícero Almeida

Candidato e partido declaram dívida solidária na justiça eleitoral

30 de outubro de 2016

Cícero Almeida agradece votação e deseja boa sorte a Rui Palmeira

Cícero disse que seus votos foram de pessoas simples que acreditaram no seu projeto

30 de outubro de 2016

TRE diz que apuração das urnas de Maceió deve terminar às 19h30

Presidente Sebastião Costa avaliou que no início da noite, maceioenses já saberão quem será o prefeito da Capital

30 de outubro de 2016

Segurança Pública altera horário da Lei Seca no 2º turno da eleição

Diferente do primeiro, a proibição da venda de bebidas alcoólicas ocorre das 6h às 18h deste domingo

30 de outubro de 2016

Em clima sereno, maceioenses definem hoje o futuro nas urnas

Rui Palmeira e Cícero Almeida disputam o segundo turno em uma eleição tranquila.

17 de outubro de 2016

Assessoria jurídica de Almeida pede a cassação da candidatura de Rui

Em entrevista coletiva, advogados dizem que prefeitura de Maceió contratou mais de mil servidores no período eleitoral

15 de outubro de 2016

Pesquisa do Gape mostra Rui Palmeira em queda livre. Cícero cresce

A comparação dos números do Instituto Paraná e do Gape revelam a tendência eleitoral

11 de outubro de 2016

Campanha do segundo turno na TV e no rádio começa nesta terça-feira

Candidatos querem atrair quase 100 mil eleitores que não votaram no primeiro turno

8 de outubro de 2016

PT libera a militância no segundo turno e não apoia candidatos

Partido entende que os dois candidatos têm propostas antagônicas a visão social do PT.

Compra de votos na eleição: o crime que nenhuma autoridade quer apurar

5 de outubro de 2016 • 12:38 pm

Na política quem ganha – e geralmente não importa como – comemora e quem perde de algum modo chora à derrota. As análises são as mais diversas possíveis. Desde as de pessoas simples antenadas nos acontecimentos políticos, até as visões dos analistas e cientistas do meio que se debruçam sobre cada detalhe do processo eleitoral. Uns apaixonados, outros mais racionais e assim o mundo segue.

Na eleição passada, o vereador de Maceió Wilson Júnior (PDT) foi eleito com  8.568 votos. Oriundo da TV, apresentador de programa de forte apelo popular, ele conquistou a vitória e tentou dar continuidade a seu projeto político na eleição atual. Não conseguiu. 

Segundo ele, a “avalanche de votos comprados” o derrotou. Aí é que está o nó da questão. O vereador não se aprofundou, mas, de certa forma, denunciou que seus colegas se reelegeram por que compraram votos na cidade. Se houve a compra de votos, houve crime.

Na verdade, todos sabem – inclusive as autoridades policiais e judiciais –  que a compra de votos existe, sabem quem compra e que tipo de operação é feita para que isso aconteça a cada eleição na capital e no interior. Quando há interesse do sistema o flagrante é feito. Mas, via de regra, não há a minima pretensão de autoridades mexerem nesse angu de caroço, por que, naturalmente, tudo gira em torno de amigos, parentes, aderentes e gente do mesmo grupo de convivência, seja na repartição pública ou da mesma do bar, ou ainda do jogo de futebol.

Passar a limpo essa história é o que menos se quer. Nem hoje, nem nunca.