25 de maio de 2015 • 6:49 pm

Cotidiano

Empresa espanhola do ramo cerâmico quer se instalar no pólo de Marechal

Empresa espanhola usa a tecnologia para desenvolver a produção e por isso emprega pouca mão de obra. Só oferece 200 empregos diretos.

Por: Da Redação com Assessoria
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Executivos em reunião com governador.

Executivos em reunião com governador.

O Polo Industrial de Marechal Deodoro deverá ganhar mais uma fábrica, que será instalada em uma área de 80 mil m² e deverá gerar aproximadamente 200 empregos diretos. A empresa é a  Esmalglass, produtora de pigmentos e aditivos cerâmicos, que anunciou a disposição iniciar as obras de instalação dentro de 120 dias.

A Esmalglass traz para Alagoas uma tecnologia espanhola. Em conversa com o governador do Estado, Renan Filho, os executivos disseram que apostam nas condições oferecidas pelo Estado para iniciarem a produção e assim abraçarem o mercado brasileiro. A empresa é de origem espanhola.

 

Para o  governador essa unidade fabril chega em boa hora e deverá  fortalecer o setor ceramista alagoano. Segundo disse, esta é mais uma grande empresa que chega a Alagoas, trazendo inovação tecnológica, diversificando mais uma cadeia produtiva e gerando emprego e renda para os alagoanos.

Apesar do entusiasmo do governador, os empresárioa ainda terão que apresentar o projeto com incentivos do Prodesin ao Conselho Estadual de Desenvolvimento Econômico. E lá terão de dizer se os 200 empregos diretos serão ocupados com mão de local ou não. Por atuar com tecnologia de ponta, esse tipo de fábrica emprega pouca mão de obra.

 

 

 

1 Comentário

  1. vera schumann disse:

    Seria a licença ambiental mais rápida que eu já vi para este tipo de atividade – licença ambiental, registro DNPM,(se a empresa explorar recurso mineral) autorização municipal…vai favorecer os ceramistas? hmmm…de que forma? Eles serão fornecedores da matéria-prima (argila)? De onde vem a matéria-prima? de fonte licenciada, então? E que tecnologia fabril é esta – não usa argila? Que tipo de material usaria então?…São questões que se levantam quando vemos uma notícia dessa… pois o foco não deve se centrar apenas no benefício social, mas sócio-ambiental, global…

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