11 de janeiro de 2017 • 7:43 am

Política

Estadão: deputados de AL querem lagosta, camarão e picanha na chapa

Mesa Diretora da Assembleia Legislativa de Alagoas determinou o cancelamento da adesão à ata de registro de preços de serviços de buffet; Um novo processo, sem ostentação e de forma singela, será aberto

Por: Da Redação
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Em seu blog no Estadão, o jornalista Fausto Macedo, volta suas baterias contra a Assembleia Legislativa de Alagoas e dispara contra ata de registro de preços da casa para a contratação de buffet.

A contratação teria se dado no final do ano, durante sessão pública realizada no recesso parlamentar. Não diz, no entanto, o valor a ser pago ao buffet

Veja a íntegra da nota de Macedo no jornal Estado de S. Paulo:

-A Assembleia Legislativa de Alagoas abriu durante o recesso do Natal e Ano Novo sessão pública para registro de preços de serviços de buffet para eventos da Casa durante um ano. Lagosta, coquetel de camarão com uvas, picanha na chapa e casquinha de siri se destacam no cardápio para almoços, jantares e coquetéis.

Para o café da manhã poderá ser oferecido um sortido cesto de pães, ao todo oito tipos – francês, brioche, leite, integral, doce, italiano, sírio e pão de batata com queijo -, além de frios, petit four, pão de queijo, biscoito, rosquinha húngara, croissant, casadinho e, ainda, tortas.

Novo processo será aberto

A Mesa Diretora da Assembleia Legislativa de Alagoas determinou o cancelamento da adesão à ata de registro de preços de serviços de buffet. O processo, ao chegar ao gabinete do presidente Luiz Dantas para homologação, foi devolvido à Divisão de Licitação.

A decisão é a de reabrir novo processo, no sentido de que a lista de itens esteja compatível com o que vem sendo praticado, sem ostentação e de forma singela, como ocorrem em ocasiões solenes.

“Esse serviço não foi homologado e muito menos contratado. Daí  a determinação de refazê-lo, excluindo da lista os itens considerados supérfluos e que jamais foram requisitados pela atual gestão, em eventuais solenidades públicas”, explicou o deputado Isnaldo Bulhões (PMDB), primeiro secretário da Mesa Diretora.

“A Casa nunca requisitou esses itens destacados pela imprensa nacional. Por isso, o contrato não prosperou e a  adesão ocorrerá nos limites do que vem sendo praticado, de maneira austera”, completou o parlamentar.

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