26 de junho de 2015 • 4:24 pm

Cotidiano

Estado monitora rios alagoanos temendo as enchentes

Rio Jacuípe, no Norte já subiu dois metros e meio e assusta população ribeirinha.

Por: Da Redação com Assessoria
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Enchentes: a preocupação

Enchentes: a preocupação

Com as chuvas caídas no Estado o volume de água dos rios está aumentando. O nivel do rio Jacuípe, por exemplo, subiu dois metros e oitenta centímetros  em apenas 48 horas. O limite máximo suportável é de três metros, segundo o meteorologista, Vinicius Pinho, da Secretaria Estadual de Recursos Hídricos.

Diante do quadro a Defesa Civil já trabalha no planejamento de ações para evitar desastres a partir de enchentes nas cidades ribeirinhas. Segundo a capitã Aline Agra,  o período com maior incidência de chuvas é considerado “quadra chuvosa”. Ele inicia no mês de maio e vai até agosto.

Assim, o Exército, Marinha, Corpo de Bombeiros, Polícia Militar e Secretaria de Estado da Saúde se reúnem, juntamente com as coordenadorias municipais de Defesa Social, “e participam do planejamento interinstitucional, que significa realizar simulações de resgate em ambientes alagados, e cada órgão conhecer seu papel em um possível acidente decorrente das precipitações, ” salienta a capitã.

As áreas de risco são monitoradas rigidamente durante o período e a Defesa Civil alerta: encostas e barreiras são os locais mais propícios para acontecer desastres por causa das chuvas.  Arborização e colocação de lonas foram medidas adotadas para diminuir os riscos.

 

 

Desde 2011 – um ano após as enchentes que destruíram cidades e deixaram outras tantas em estado de emergência em Alagoas e nos estados vizinhos – está sendo realizado um monitoramento hidrológico das bacias hidrográficas de Alagoas, além do monitoramento constante das chuvas.

“As bacias dos Rios Mundaú, Paraíba e Jacuípe são consideradas as principais do estado e, portanto, são monitoradas, juntamente com outras nascentes, totalizando 19 pontos estratégicos. Elas são chamadas de estações hidro meteorológicas, e o governo estadual tem a Agência Nacional de Águas [Ana], como parceira. Vale ressaltar que a ação iniciou depois das enchentes de 2010,” destaca Vinícius Pinho.

 

 

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