17 de setembro de 2015 • 7:37 pm

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Evite consgtrangimento: saiba escolher o conselheiro tutelar

Uma movimentação intensa se percebe em gabinetes políticos do Estado para a eleição dos conselheiros tutelares. É bom que a sociedade desperte para o fato de que a proteção da…

Por: Marcelo Firmino
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Uma movimentação intensa se percebe em gabinetes políticos do Estado para a eleição dos conselheiros tutelares. É bom que a sociedade desperte para o fato de que a proteção da criança e do adolescente é coisa pra lá de séria.

É fundamental que o Estado cumpra o seu papel na gestão das políticas públicas do segmento e que as famílias assumam as suas responsabilidades na crianção dos seus, independentemente de cor ou classe social.

Mas, o conselheiro tutelar não deve ser um qualquer. Como não devia ser o polítio profissional que hoje prolifera nas casas legislativas do País.

A conduta, o cárater e a disponibilidade do candidato para atuar como conselheiro deveriam ser levadas em consideração pelos eleitores na hora em que são chamados para elegê-los.

Do contrário pode se ter o constrangimento de se viver histórias que maculam a função. Como, por exemplo, a história de um conselheiro tutelar de Teotônio Vilela,  que foi acusado de ter envolvimento em um caso de pedofilia.

Ele foi afastado das funções esta semana pelo juiz da comarca, José Braga Neto. O caso está sendo investigado pela Polícia Civil. Eis, portanto, uma situação extremamente constrangedora para o processo como um todo e não apenas para o acusado.

Se for realmente culpado que seja punido.

Daí, mais uma razão para a sociedade ficar atenta e procurar escolher bem os conselheiros tutelares. Isso por que a maioria candidata é sempre cabo eleitoral de algum politico local.

Se os chefes já não são lá essas coisas todas, imagine os auxiliares.

 

 

 

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