10 de julho de 2016 • 1:34 am

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Foi duro para os pernambucanos ouvirem o galo no terreiro: 3 a 1

Sou galo. sou regatiano, sou alagoano e gosto de vencer…

Por: Marcelo Firmino
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Sempre arrogante, a imprensa esportiva pernambucana silenciou. Foi duro para os pernambucanos reconhecerem que o CRB, o melhor de Alagoas, foi bravamente superior na Arena Pernambuco.

Foi duro reconhecer que o  CRB mostrou que sua boa posição na classificação não é por acaso. Assim como a condição de segundo melhor visitante da Série B.

Foi duro reconhecer que Gerson Magrão é um dos melhores da competição brasileira. Ele, o autor do primeiro gol do galo com um toquinho de classe.

Galo brilhante em Pernambuco.

Galo brilhante em Pernambuco.

E foi duro reconhecer que Luidy não é apenas uma promessa. É fera para jogar em qualquer time do País.

Os pernambucanos silenciaram. Preferiram falar dos defeitos do time deles. A verdade é que o Náutico, da elite pernambucana, sequer ameaçou a meta do galo da Pajuçara.

Valeu galo… 3 a 1. Foi de arrasar.

Ah, foi duro para o Jornal do Commercio – jconline – reconhecer que o galo não tomou conhecimento dos pernambucanos na Arena Pernambuco.

-Argonautas da Esperança… Matheus Galdezani e Luidy fizeram a nação alvirrubra cantar forte na terra do frevo: – Sou galo, sou alagoano, sou regatiano..

Foi muito duro dizer que o CRB é o terceiro colocado na série B do campeonato brasileiro. Um dos melhores times da competição.

O galo, seu moço de lá, é pura emoção. É ousadia com arte. É coração pulsando forte. É o melhor das Alagoas sim senhor.

Sou galo, sou regatiano, sou alagoano e gosto de vencer…

 

 

 

 

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