16 de outubro de 2015 • 5:20 pm

Cotidiano

Governo e Fundação Palmares querem agenda anual na Serra da Barriga

Renan quer transferência da Fundação Palmares para Alagoas por 10 anos.

Por: Da Redação
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Renan Filho recebe Fundação Palmares.

Renan Filho recebe Fundação Palmares.

Transferir a sede da Fundação Nacional Palmares para Alagoas e criar uma agenda cultural e de turismo étnico para a Serra da Barriga foram as propostas apresentadas pelo governador Renan Filho (PMDB) à presidente da Fundação, Cida Abreu, durante audiência no Palácio República dos Palmares.

Na audiência estiveram presentes o deputado federal Paulão (PT) e a dirigente local da Fundação Palmares, jornalista Élida Miranda. Na oportunidade todos solicitaram do gestor estadual um esforço concentrado para pavimentar a estrada de acesso à Serra da Barriga.

O governador, por sua vez, cobrou do deputado Paulão apoio para transferir a Fundação para Alagoas, de forma que ela aqui se instale “por pelo menos 10 anos”.

Na visão de Renan Filho, o funcionamento da Fundação Palmares na terra de Zumbi além de se constituir num marco emblemático vai contribuir sobremaneira para o desenvolvimento de políticas públicas no campo do turismo étnico, como também fortalecerá os laços de pertencimento do alagoano para com a Serra da Barriga e com o ídolo negro Zumbi dos Palmares.

Dia 20 – O governador se comprometeu a contribuir para a realização de um grande evento na Serra, no próximo 20 de novembro, Dia Nacional da Consciência Negra, e colocou as secretarias de Cultura e de Turismo à disposição da Fundação para que seja criada uma agenda continuada para serra da Barriga e não apenas um evento por ano, como acontece com o dia 20.

Cida Abreu, presidente da Fundação expõe na Secult.

Cida Abreu, presidente da Fundação expõe na Secult.

As partes saíram de comum acordo na audiência e a presidente da Fundação Palmares seguiu direto para a Secretaria de Cultura onde participou de uma reunião com a secretária Melina Freitas e representantes de movimentos de matizes africanas, além da participação de técnicos do governo.

 

 

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