27 de junho de 2015 • 1:40 pm

Cotidiano

Governo negocia para acabar com Operação Padrão

O presidente da Assomal, major Wellington Fragoso, ressaltou que o único apelo da tropa, é ser enquadrada no reajuste de todos os servidores

Por: Da Redação
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Uma comissão formada pelo secretário chefe do Gabinete Civil do Governo do Estado, Fábio Farias, o secretário de Estado da Defesa Social, Alfredo Gaspar de Mendonça, e o comandante da Polícia Militar de Alagoas, coronel Lima Júnior, receberam uma missão do governador Renan Filho (PMDB): acabar com o Operação Padrão. Para isso, uma reunião foi marcada para este sábado, no Palácio República dos Palmares, com o objetivo de solucionar esse problema que coloca em risco a segurança da população alagoana.

Antes do início das negociações,  Fábio Farias, não adiantou muita coisa. Com um discurso cauteloso e de bom senso, ele disse que a intenção do governo é manter a estrutura da segurança pública coesa, fortalecida e valorizada. Não só ele mas como o outros integrantes da comissão mostraram preocupação com a situação, até porque a segurança pública é o carro chefe do atual Governo.

“A caminhada é árdua para redução da criminalidade e, agora que os obstáculos estavam começando a ser vencidos, a união não pode ser desfeita”, disse Farias.

Já o secretário Alfredo Gaspar de Mendonça frisou muito uma postura de conciliação para não prejudicar a parte que mais importa – sociedade alagoana – e explicou que a reunião, agendada para este sábado, tem como objetivo manter o diálogo para tentar o acordo com a tropa. “O governo passado fez uma conta e deixou para a equipe atual pagar, e está pagando. O novo governo é prudente e demonstra que o seu maior desejo é valorizar a categoria dos servidores. O governo nunca fechou as portas da negociação”, avaliou.

O presidente da Associação dos Oficiais Militares de Alagoas (Assomal), major Wellington Fragoso, ressaltou que o único apelo da tropa, agora, é ser enquadrada no reajuste de todos os servidores, com base no índice inflacionário. Ele disse que cerca de 90% dos militares aderiram ao movimento e que a estrutura da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros precisa de uma atenção melhor.

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