4 de setembro de 2017 • 9:47 am

Saúde

Grupo de envelhecimento ativo da Santa Casa debate o Alzheimer

No Brasil, há cerca de 1,2 milhão de casos.

Por: Da Redação com Assessoria
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A presidente da regional Alagoas da Associação Brasileira de Alzheimer estará nesta segunda-feira, 04, no encontro do Grupo de Envelhecimento Ativo da Santa Casa de Maceió (Geasc). Maria José Florêncio abordará o trabalho realizado pela entidade e sobre como identificar a doença. No bate-papo também será discutido o importante papel dos cuidadores de pacientes com alzheimer.

O Alzeihmer em debate

Estima-se que existam no mundo cerca de 35,6 milhões de pessoas com a Doença de Alzheimer. No Brasil, há cerca de 1,2 milhão de casos, a maior parte deles ainda sem diagnóstico.

Os eventos do Geasc ocorrem das 14h às 16h, sempre às segundas, no centro de estudos da Santa Casa de Maceió na Rua Barão de Maceió. O projeto é voltado para homens e mulheres com mais de 60 anos de idade. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (82) 2123-6037.

A doença

A Doença de Alzheimer é uma enfermidade incurável que se agrava ao longo do tempo, mas pode e deve ser tratada. Quase todas as suas vítimas são pessoas idosas. Talvez, por isso, a doença tenha ficado erroneamente conhecida como “esclerose” ou “caduquice”.

A doença se apresenta como demência, ou perda de funções cognitivas (memória, orientação, atenção e linguagem), causada pela morte de células cerebrais. Quando diagnosticada no início, é possível retardar o seu avanço e ter mais controle sobre os sintomas, garantindo melhor qualidade de vida ao paciente e à família.

Seu nome oficial refere-se ao médico Alois Alzheimer, o primeiro a descrever a doença, em 1906. Ele estudou e publicou o caso da sua paciente Auguste Deter, uma mulher saudável que, aos 51 anos, desenvolveu um quadro de perda progressiva de memória, desorientação, distúrbio de linguagem (com dificuldade para compreender e se expressar), tornando-se incapaz de cuidar de si. Após o falecimento de Auguste, aos 55 anos, o Dr. Alzheimer examinou seu cérebro e descreveu as alterações que hoje são conhecidas como características da doença.

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