25 de abril de 2017 • 11:35 pm

Justiça

Justiça parada: Servidores do Judiciário estadual vão aderir à greve geral

Decisão aprovada em assembleia é de fechar comarcas na capital e no interior e participar das manifestações

Por: Da Redação com Assessoria
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Os servidores do Poder Judiciário do Estado de Alagoas vão aderir à greve geral nacional, na próxima sexta-feira, e prometem fechar comarcas na capital e no interior do Estado. A decisão anunciada pelo sindicato da categoria – o Serjal – foi referendada em assembléias regionais, realizadas na quinta-feira passada, por ampla maioria.

De acordo com a diretora de Formação e Organização político-sindical do sindicato, Ana Paula Araújo, a orientação é fechar as comarcas e aderir ao movimento, onde ele estiver acontecendo.

“Estamos orientando os nossos filiados – servidores da Justiça estadual – a vestirem preto, na sexta-feira, e fecharem as respectivas comarcas. Esse é um movimento que pertence a todos os trabalhadores brasileiros – homens e mulheres – de todos os segmentos, contra o pacote de maldades lançado pelo Governo Federal para promover o desmonte dos direitos trabalhistas e previdenciários. Isso é muito grave; um verdadeiro massacre da classe trabalhadora, e não podemos ficar de braços cruzados, permitindo que essa insanidade se concretize”, diz Ana Paula.

Em Maceió, a orientação do Serjal é que os servidores se juntem aos demais servidores da Justiça, para a concentração em frente ao prédio das Varas do TRT, na Avenida da Paz, a partir das 9h, “lembrando que a paralisação é durante todo o dia 28, com participação nas manifestações de protesto contra as reformas Trabalhista e Previdenciária, e contra a Terceirização”, reforça  Raquel Faião, presidente da entidade.

Após as manifestações  em frente à Justiça do Trabalho, todos devem se dirigir para a concentração geral, na Praça do Centenário, para participar da passeata que segue em direção ao Centro, a partir das 15h.

Em relação aos servidores das comarcas do interior, que também vão aderir à greve, o Serjal está orientando a se juntarem em frente às respectivas comarcas, de onde devem se reunir aos demais trabalhadores nas mobilizações locais. Onde não houver atos públicos da greve, a orientação é que os servidores da Justiça façam a sua paralisação e protesto com panfletagem nos locais de trabalho.

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