12 de abril de 2017 • 2:39 pm

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Know how tipo exportação – Brasil e EUA trocam experiências de combate a corrupção

Instituições brasileiras e americanas trocam experiências no combate à corrupção e outros crimes

Por: Fátima Almeida
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Fotos: Ascom MPF

Um curso de capacitação de segurança e cooperação técnica internacional, realizado pelo Ministério Público Federal em Alagoas (MPF/AL), em parceria com o Consulado Geral dos Estados Unidos em Recife e a Embaixada dos Estados Unidos no Brasil, transformou-se numa rica troca de experiência entre as duas nações, com foco em situações que o Brasil tem experimentado como ninguém: Corrupção, lavagem de dinheiro e fraude documental.

Vieram representantes da Embaixada e do Consulado; do Serviço Secreto Americano; da Imigração e Alfândega americanas e do FBI, trazer as suas experiências – e colher as nossas.

Instituições brasileiras e alagoanas ligadas a investigações participaram do evento, entre elas: Ministério Público, Receita Federal, Tribunal de Contas da União (TCU), Controladoria-geral da União (CGU), Agência Brasileira de Inteligência (ABIN), Exército, polícias Federal, Rodoviária Federal, Civil e Militar e Justiça Federal e  Estadual.

Para o procurador da República, Marcelo Lobo, a capacitação – com efetiva participação de tantos agentes nacionais e internacionais – poderá ser muito bem aproveitada pelos servidores públicos brasileiros, na solução de investigações com repercussão internacional. E pode sim!

Apesar da experiência que as circunstâncias no Brasil têm proporcionado aos investigadores, a expetise dos criminosos tem sempre surpreendido e exigido atualização constante dos investigadores para o combate ao crime, não só no âmbito político-administrativo, como em outras áreas: exploração e tráfico infantil, imigração ilegal, tráfico de drogas e de armas, dentre outros.

Falou-se, durante o curso, em técnicas para reconhecimento de fraudes documentais; em crimes financeiros, imigração; alfândega; e no combate aos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro, com foco em investigação e otimização de recursos empreendidos em diligências e na instrução de processos judiciais, evitando a impunidade, um dos piores gargalos da área de segurança pública no país.

Sem dúvida, uma rica troca de conhecimento e experiências.

Resta saber quem aprendeu mais.

 

  • Com informações da assessoria do MPF

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