11 de abril de 2016 • 10:34 am

Entretenimento

Luiz Gomes e Novos Boêmios na influência da música brega

Banda que surge no Rio de Janeiro com participação do músico alagoano Marcelo Cabral

Por: Da Redação com Assessoria
Share on FacebookTweet about this on TwitterShare on Google+Print this page

 

Canções que percorrem o universo humano com a mais profunda honestidade. Bebendo na raiz da música popular brasileira e nos botecos mais imundos da cidade, as composições trazem à tona sentimentos e questões que trafegam entre Aristóteles e Waldick Soriano.
Luiz Gomes e Os Novos Boêmios é a autêntica representação de todo o glamour que existe, na sarjeta.

Luiz e os boêmios

Luiz e os boêmios

A banda acaba de finalizar a produção fonográfica de um EP homônimo com cinco canções e trabalham atualmente no clipe da música “Ela é velha mas é rica”, com a participação especial do ator Paulo César Peréio, que será lançado ainda neste semestre.

Com distribuição digital da Tratore, o EP estará disponível nas principais plataformas de música na internet e lojas como ITunes, Spotify, Google Play e Deezer. Gravado no Estúdio 707 em Copacabana por Daniel Medeiros (Fino Coletivo) e com produção fonográfica do baixista Marcelo Cabral, o trabalho contou com a participação especial do tecladista Dinho Zampier (Figueroas), do trompetista Diogo Gomes (Djavan) e do trombonista Gilmar Ferreira (Teatro Municipal do Rio de Janeiro).

DEPOIMENTOS – Esqueça as ladeiras, igrejas e terreiros da velha cidade da Bahia. A música de Luiz Gomes passeia por searas que ficam longe de recôncavos e reconvexos. Luiz pertence ao universo interior e seus cabarés alimentados por fumaça, bebida e noites sem fim. Legítimo membro da escola de Waldick Soriano, esse baiano de Jequié é um raro cronista de dores e prazeres do amor vulgar. Desfrute Luiz Gomes e seus Novos Boêmios como se não houvesse conta a pagar, beba sem moderação e não se preocupe em dar vexame: eles são inevitáveis”.
Gustavo Costa Acioli, jornalista – Um brega autêntico e irreverente. A poesia recheada de ‘causos’ de Luiz Gomes e os Novos Boêmios nos deixa nostálgicos. Cada faixa traz uma pegada diferente e isso é um ponto forte, demonstra que o artista não se deixa acomodar. A produção está linda, com uma boa captação, e a mixagem nos facilita perceber os detalhes e nuances entre cada instrumento executado“.
Dinho Zampier (Figueroas). Músico, compositor e produtor.  – Somos dessa nova geração de grupos que, assim como Luiz Gomes e Novos Boêmios, assume a bandeira da música brega brasileira sem o menor receio de ser enjaulado em qualquer rótulo que diminua artísticamente a criação musical deste gênero. Em suas canções, Luiz abre a gaveta com os rascunhos de cartas de amor não enviadas, filosofa sobre a existência com o cotovelo ardendo no balcão do bar da esquina, sopra ao vento lamentos do fundo do peito atrás do volante de um oldsmobile, e tira o chapéu para cumprimentar com reverência e sem comedimento as dores de amor. Longe de buscar o riso fácil, com paródias ou melodramas gramaticais, suas canções trazem um humor sutil de quem tem a coragem de rir de si mesmo. O power trio que o acompanha costura com linhas melódicas cafajestes a batida pós-punk do rock romântico que carregam em suas veias musicais“.

Deixe o seu comentário