5 de junho de 2017 • 12:09 pm

Policia

Maceió pode estar na rota do contrabando internacional de armas

Deic inicia investigação para identificar proprietários de empresa sediada em edifício, no Centro, supostamente envolvida com traficante que mora em Miami

Por: Bleine Oliveira
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A denúncia de que uma empresa alagoana estaria envolvida num esquema internacional de tráfico de armas mobilizou a Polícia Civil do Estado, que deu início a uma investigação para identificá-la. A empresa estaria envolvida num esquema descoberto pela Polícia Civil do Rio de Janeiro, depois da apreensão de 60 fuzis, dos modelos AK-47, AR-10 e G3, no Aeroporto do Galeão.

As armas vieram dos EUA escondidos dentro de aquecedores, enviadas para cá por um brasileiro que vive em Miami, com quem alguém em Maceió, mantém contato. A PC carioca revelou que foi a maior apreensão já registrada no país. Cada fuzil custa em média R$ 8 mil, e seriam vendidos para criminosos por R$ 70 mil.

A investigação revelou o nome de Frederik Barbieri, considerado o maior traficante de armas do Brasil. Ele teria empresas de importação e exportação registradas no seu nome.

Segundo reportagem exibida no programa Fantástico, da TV Globo, no domingo, 5, uma dessas empresas está sediada na capital alagoana, no Edifício Trade Center, no Centro. Diante da citação, o delegado-geral da Polícia Civil, Paulo Cerqueira, determinou que a Divisão Especial de Investigação e Capturas (Deic) investigue o caso.

A PC alagoana quer saber nome da empresa, dos proprietários e em que ramo atuam.

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